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Estratificação do risco cardiovascular em idosos portadores de síndrome metabólica
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Objetivo: Estratificar o risco cardiovascular dos pacientes idosos portadores da Síndrome Metabólica. Métodos: Trata-se de uma pesquisa quantitativa realizada através de uma amostra probabilística aleatória simples com 182 usuários idosos das Unidades Básicas de Saúde de uma cidade do interior da Paraíba, nos quais foram coletados dados sociodemográficos, antropométricos e laboratoriais bioquímicos. Os dados foram analisados mediante estatística descritiva simples, dos testes t, Qui-Quadrado, exato de Fisher e Kruskal Wallis para correlação de variáveis, diagnóstico de Síndrome Metabólica pelos critérios NCEP-ATPIII e a estratificação de risco cardiovascular em 10 anos segundo o Escore de Framingham. Resultados: A porcentagem de participantes diagnosticados como portadores de Síndrome Metabólica e classificados pelo Escore de Framingham foram 19,84 % para baixo risco, 34,92% para moderado risco e 45,23% para alto risco, desse último 40,59% eram do sexo feminino. A presença da síndrome metabólica possuiu significância estatística em relação a distribuição do risco cardiovascular, ou seja, ser portador de síndrome metabólica aumentou 2,14 vezes o risco cardiovascular na população estudada, com nível maior para o sexo feminino (3,74 vezes). Conclusão: A população deste estudo apresentou risco cardiovascular elevado, além da relevante prevalência dos fatores de risco utilizados no Escore de Framingham e na classificação da Síndrome Metabólica.
Title: Estratificação do risco cardiovascular em idosos portadores de síndrome metabólica
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Objetivo: Estratificar o risco cardiovascular dos pacientes idosos portadores da Síndrome Metabólica.
Métodos: Trata-se de uma pesquisa quantitativa realizada através de uma amostra probabilística aleatória simples com 182 usuários idosos das Unidades Básicas de Saúde de uma cidade do interior da Paraíba, nos quais foram coletados dados sociodemográficos, antropométricos e laboratoriais bioquímicos.
Os dados foram analisados mediante estatística descritiva simples, dos testes t, Qui-Quadrado, exato de Fisher e Kruskal Wallis para correlação de variáveis, diagnóstico de Síndrome Metabólica pelos critérios NCEP-ATPIII e a estratificação de risco cardiovascular em 10 anos segundo o Escore de Framingham.
Resultados: A porcentagem de participantes diagnosticados como portadores de Síndrome Metabólica e classificados pelo Escore de Framingham foram 19,84 % para baixo risco, 34,92% para moderado risco e 45,23% para alto risco, desse último 40,59% eram do sexo feminino.
A presença da síndrome metabólica possuiu significância estatística em relação a distribuição do risco cardiovascular, ou seja, ser portador de síndrome metabólica aumentou 2,14 vezes o risco cardiovascular na população estudada, com nível maior para o sexo feminino (3,74 vezes).
Conclusão: A população deste estudo apresentou risco cardiovascular elevado, além da relevante prevalência dos fatores de risco utilizados no Escore de Framingham e na classificação da Síndrome Metabólica.
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