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REFLEXÕES SOBRE A CRISE CLIMÁTICA E O IMPACTO DOS DIREITOS HUMANOS NO BRASIL:
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Este artigo examina e reflete sobre a crise climática no Brasil e seus impactos nos direitos humanos, com ênfase em interseccionalidades como racismo ambiental e deslocamento climático, que aumentam a vulnerabilidade de grupos historicamente negligenciados. Ele analisa como as mudanças climáticas afetam desproporcionalmente negros, comunidades indígenas, quilombolas, mulheres e populações LGBTQIA+, explorando vínculos entre deslocamento climático e um ciclo de desastres baseado em violações sistêmicas de direitos. O racismo ambiental, frequentemente normalizado, se torna mais pronunciado durante eventos climáticos extremos, levando a consequências negligenciadas como deslocamento, insegurança alimentar e exclusão social. O estudo qualitativo, baseado em revisão de literatura, destaca a necessidade urgente de políticas públicas inclusivas para abordar essas disparidades e promover justiça social e climática.
Palavras-chave: Crise Climática; Direitos Humanos; Interseccionalidade; Deslocamento Climático; Brasil.
Referências:
BISPO DOS SANTOS, Antônio. A terra dá, a terra quer. 1. ed. Ubu Editora, 2023.
BULLARD, Robert D. JOHNSON, Glenn S. Environmental justice: grassroots activism and its impact on public policy decision making. Journal of Social Issues, v. 56, n. 3, p. 555–578, 2000.
IBGE –INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo demográfico 2022: Resultados gerais da amostra. Rio de Janeiro, 2022. Disponível em: https://censo2022.ibge.gov.br/.Acesso em: 10 jul. 2024.
INTERNAL DISPLACEMENT MONITORING CENTRE. 2023. Global Report on Internal Displacement (GRID). Geneva: IDMC, 2023. Disponível em: https://www.internal-displacement.org/publications/2023-global-report-on-internal-displacement-grid/.Acesso em: 10 jul. 2024.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo.São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
MARINGONI, Gilberto. O destino dos negros após a abolição. Brasília: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), 2011. Disponível em: Biblioteca do IJSN.Acesso em: 16 set. 2024.
Universidade Federal da Paraíba
Title: REFLEXÕES SOBRE A CRISE CLIMÁTICA E O IMPACTO DOS DIREITOS HUMANOS NO BRASIL:
Description:
Este artigo examina e reflete sobre a crise climática no Brasil e seus impactos nos direitos humanos, com ênfase em interseccionalidades como racismo ambiental e deslocamento climático, que aumentam a vulnerabilidade de grupos historicamente negligenciados.
Ele analisa como as mudanças climáticas afetam desproporcionalmente negros, comunidades indígenas, quilombolas, mulheres e populações LGBTQIA+, explorando vínculos entre deslocamento climático e um ciclo de desastres baseado em violações sistêmicas de direitos.
O racismo ambiental, frequentemente normalizado, se torna mais pronunciado durante eventos climáticos extremos, levando a consequências negligenciadas como deslocamento, insegurança alimentar e exclusão social.
O estudo qualitativo, baseado em revisão de literatura, destaca a necessidade urgente de políticas públicas inclusivas para abordar essas disparidades e promover justiça social e climática.
Palavras-chave: Crise Climática; Direitos Humanos; Interseccionalidade; Deslocamento Climático; Brasil.
Referências:
BISPO DOS SANTOS, Antônio.
A terra dá, a terra quer.
1.
ed.
Ubu Editora, 2023.
BULLARD, Robert D.
JOHNSON, Glenn S.
Environmental justice: grassroots activism and its impact on public policy decision making.
Journal of Social Issues, v.
56, n.
3, p.
555–578, 2000.
IBGE –INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA.
Censo demográfico 2022: Resultados gerais da amostra.
Rio de Janeiro, 2022.
Disponível em: https://censo2022.
ibge.
gov.
br/.
Acesso em: 10 jul.
2024.
INTERNAL DISPLACEMENT MONITORING CENTRE.
2023.
Global Report on Internal Displacement (GRID).
Geneva: IDMC, 2023.
Disponível em: https://www.
internal-displacement.
org/publications/2023-global-report-on-internal-displacement-grid/.
Acesso em: 10 jul.
2024.
KRENAK, Ailton.
Ideias para adiar o fim do mundo.
São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
MARINGONI, Gilberto.
O destino dos negros após a abolição.
Brasília: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), 2011.
Disponível em: Biblioteca do IJSN.
Acesso em: 16 set.
2024.
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