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Fatores de risco para prematuridade entre nascidos vivos em Mato Grosso: 2017-2020.

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Objetivo: Analisar os fatores de risco mais incidentes para prematuridade em nascidos vivos em Mato Grosso nos anos de 2017 a 2020. Métodos: Estudo observacional, epidemiológico, analítico e transversal, realizado a partir da análise de dados coletados no repositório de dados da Secretaria de Estado de Saúde e fornecidos pelo Sistema de Informação de Nascidos Vivos (SINASC). Foram coletados dados de 51738 recém- nascidos no período de 2017 a 2020, no estado de Mato Grosso, dentre esses, 15847 prematuros. Assim sendo, foi analisado através o software Epi Info 7.2 (CDC, Atlanta, EUA) e pelo método de Mantel-Haenszel (2 Tailed P) os principais fatores de risco para tal acontecimento. Resultados: Entre os riscos para a prematuridade, verificou-se o número de consultas pré-natal de 0 e 6, número de gestações anteriores de 0 a 3, faixa etária materna de 10 a 34 anos, mãe solteira e tipo de gravidez múltipla. Além disso, analisou-se que a maior incidência de parto prematuro estava no recém-nascidos com Apgar no 1º e 5º minuto de 0 a 7, peso ao nascer de 501g a 2,4kg e sexo feminino. Conclusão: Os fatores de risco associados à prematuridade desse estudo no estado de Mato Grosso coincidem com e de outros estados do Brasil, com destaque ao número de consultas pré-natal, uma vez que, se realizado de forma correta, verificará irregularidades precocemente e o tratamento poderá ser realizado em um menor tempo. Dessa forma, alertando e ajudando não somente a gestante, como também impactando na resolubilidade do problema da saúde pública com a morbimortalidade infantil.Palavras-chave: Prematuridade; Fatores de risco; Gravidez; Consultas pré-natal; Gestação.
Title: Fatores de risco para prematuridade entre nascidos vivos em Mato Grosso: 2017-2020.
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Objetivo: Analisar os fatores de risco mais incidentes para prematuridade em nascidos vivos em Mato Grosso nos anos de 2017 a 2020.
Métodos: Estudo observacional, epidemiológico, analítico e transversal, realizado a partir da análise de dados coletados no repositório de dados da Secretaria de Estado de Saúde e fornecidos pelo Sistema de Informação de Nascidos Vivos (SINASC).
Foram coletados dados de 51738 recém- nascidos no período de 2017 a 2020, no estado de Mato Grosso, dentre esses, 15847 prematuros.
Assim sendo, foi analisado através o software Epi Info 7.
2 (CDC, Atlanta, EUA) e pelo método de Mantel-Haenszel (2 Tailed P) os principais fatores de risco para tal acontecimento.
Resultados: Entre os riscos para a prematuridade, verificou-se o número de consultas pré-natal de 0 e 6, número de gestações anteriores de 0 a 3, faixa etária materna de 10 a 34 anos, mãe solteira e tipo de gravidez múltipla.
Além disso, analisou-se que a maior incidência de parto prematuro estava no recém-nascidos com Apgar no 1º e 5º minuto de 0 a 7, peso ao nascer de 501g a 2,4kg e sexo feminino.
Conclusão: Os fatores de risco associados à prematuridade desse estudo no estado de Mato Grosso coincidem com e de outros estados do Brasil, com destaque ao número de consultas pré-natal, uma vez que, se realizado de forma correta, verificará irregularidades precocemente e o tratamento poderá ser realizado em um menor tempo.
Dessa forma, alertando e ajudando não somente a gestante, como também impactando na resolubilidade do problema da saúde pública com a morbimortalidade infantil.
Palavras-chave: Prematuridade; Fatores de risco; Gravidez; Consultas pré-natal; Gestação.

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