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ANÁLISE CLIMÁTICA DOS MUNICÍPIOS DE PORTALEGRE/RN E FRANCISCO DANTAS/RN

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Inserido em um continente extenso e com diferentes agentes atmosférico vigentes, o Nordeste Brasileiro (NEB) se caracteriza por ser uma área com especificidades climáticas, possuindo temperaturas elevadas e precipitações irregulares. Ainda neste contexto está o Rio Grande do Norte (RN) e, consequentemente, a área de estudo desse trabalho. Realizou-se uma análise climática, num período de 30 anos (1973 – 2002), dos munícipios de Portalegre e Francisco Dantas, localizados na mesorregião Oeste Potiguar e onde se evidenciam exceções no tocante a clima. Para a metodologia, utilizou-se o arcabouço metodológico de Medeiros (2016) e como referência bibliográfica, foram empregados conceitos trabalhados por Schmidt (2014), Mendonça e Danni-Oliveira (2007), Ayoade (2016), Reboita et al. (2012), entre outros. Quanto os dados, os pluviométricos foram disponibilizados pela EMPARN e os de temperatura foram estimados em software, seguindo modelo de Cavalcanti e Silva (1994), denominado de Estima_T e que disponibiliza as médias, máximas e mínimas com base em dados de latitude, longitude e altitude. Após a tabulação dos dados, o balanço hídrico climatológico foi gerado, conforme modelo proposto por Thornthwaite e Mather (1955). Para Portalegre a média pluviométrica evidenciada foi de 929,52 mm e 23,22 ºC como média térmica. Já Francisco Dantas o valor médio de precipitação encontrado foi de 823,73 mm e sua média térmica é de 26,61 ºC. A partir dos dados gerados no balanço hídrico, tem-se as formulas C1wA’ (Megatérmico Subúmido Seco, com excedente hídrico moderado no verão) para Portalegre e C1dA’ (Megatérmico Subúmido Seco com pequeno ou nenhum excedente hídrico) para Francisco Dantas.
Title: ANÁLISE CLIMÁTICA DOS MUNICÍPIOS DE PORTALEGRE/RN E FRANCISCO DANTAS/RN
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Inserido em um continente extenso e com diferentes agentes atmosférico vigentes, o Nordeste Brasileiro (NEB) se caracteriza por ser uma área com especificidades climáticas, possuindo temperaturas elevadas e precipitações irregulares.
Ainda neste contexto está o Rio Grande do Norte (RN) e, consequentemente, a área de estudo desse trabalho.
Realizou-se uma análise climática, num período de 30 anos (1973 – 2002), dos munícipios de Portalegre e Francisco Dantas, localizados na mesorregião Oeste Potiguar e onde se evidenciam exceções no tocante a clima.
Para a metodologia, utilizou-se o arcabouço metodológico de Medeiros (2016) e como referência bibliográfica, foram empregados conceitos trabalhados por Schmidt (2014), Mendonça e Danni-Oliveira (2007), Ayoade (2016), Reboita et al.
(2012), entre outros.
Quanto os dados, os pluviométricos foram disponibilizados pela EMPARN e os de temperatura foram estimados em software, seguindo modelo de Cavalcanti e Silva (1994), denominado de Estima_T e que disponibiliza as médias, máximas e mínimas com base em dados de latitude, longitude e altitude.
Após a tabulação dos dados, o balanço hídrico climatológico foi gerado, conforme modelo proposto por Thornthwaite e Mather (1955).
Para Portalegre a média pluviométrica evidenciada foi de 929,52 mm e 23,22 ºC como média térmica.
Já Francisco Dantas o valor médio de precipitação encontrado foi de 823,73 mm e sua média térmica é de 26,61 ºC.
A partir dos dados gerados no balanço hídrico, tem-se as formulas C1wA’ (Megatérmico Subúmido Seco, com excedente hídrico moderado no verão) para Portalegre e C1dA’ (Megatérmico Subúmido Seco com pequeno ou nenhum excedente hídrico) para Francisco Dantas.

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