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AVALIAÇÃO DO MEDO NA ODONTOLOGIA
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Introdução: O medo é um dos fatores principais e um dos mais comuns, que leva o ser humano a deixar de procurar o dentista, que é profissional responsável pela prevenção e pelo tratamento da doença cárie, chegando muitas vezes a suportar dores agudas sem tomar a decisão de ir à busca da solução do seu problema, a não ser nos casos em que a dor se torna insuportável. Objetivo: A proposta da presente pesquisa foi Identificar na literatura, autores que falam acerca do medo, em indivíduos adultos submetidos a tratamento odontológico. Material e Métodos: O estudo foi realizado através de revisões de literatura, de maneira qualitativa, optando-se por selecionar artigos sobre o tema dos últimos 05 anos.As pesquisas foram realizadas através dos descritores: medo de dentista, medo na odontologia, síndrome do jaleco branco. A busca foi realizada na plataforma PubMed e no Google Acadêmico.Foram selecionados artigos de acordo com os critérios de inclusão: texto completo e que abordasse o tema em questão, período de publicação e detalhamento metodológico. Resultados: Os resultados observados mostraram que as experiências diretas (índice CPO-D; experiências odontológicas traumáticas e afinidade com o ultimo profissional) associadas ao processo de modelação (ansiedade materna) constituíram as principais formas de aquisição do medo infantil, enquanto por outro lado, as informações negativas de terceiros sobre tratamento odontológico não foram relevantes neste caso. Conclusão: Considerando-se a alta prevalência do medo e da ansiedade evidenciada neste estudo, sugere-se que no atendimento odontológico de pacientes adultos, também se deva utilizar as mesmas técnicas de manejo do comportamento utilizadas para as crianças, outro grupo que é atingido por tal sentimento, tais como: comunicação não verbal, reforço positivo, distração, dessensibilização e controle da voz; porém com uma linguagem adequada a cada faixa etária. O profissional dentista, ao agir dessa forma, possibilita ao paciente um tratamento mais humanizado, com possibilidades maiores de adesão ao tratamento.Ao concluir a leitura do artigo, o leitor terá melhor embasamento científico, de artigos publicados recentemente, tanto nas classificações, quanto nas características e etiologias do medo odontológico.
Revista Multidisciplinar em Saúde
Title: AVALIAÇÃO DO MEDO NA ODONTOLOGIA
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Introdução: O medo é um dos fatores principais e um dos mais comuns, que leva o ser humano a deixar de procurar o dentista, que é profissional responsável pela prevenção e pelo tratamento da doença cárie, chegando muitas vezes a suportar dores agudas sem tomar a decisão de ir à busca da solução do seu problema, a não ser nos casos em que a dor se torna insuportável.
Objetivo: A proposta da presente pesquisa foi Identificar na literatura, autores que falam acerca do medo, em indivíduos adultos submetidos a tratamento odontológico.
Material e Métodos: O estudo foi realizado através de revisões de literatura, de maneira qualitativa, optando-se por selecionar artigos sobre o tema dos últimos 05 anos.
As pesquisas foram realizadas através dos descritores: medo de dentista, medo na odontologia, síndrome do jaleco branco.
A busca foi realizada na plataforma PubMed e no Google Acadêmico.
Foram selecionados artigos de acordo com os critérios de inclusão: texto completo e que abordasse o tema em questão, período de publicação e detalhamento metodológico.
Resultados: Os resultados observados mostraram que as experiências diretas (índice CPO-D; experiências odontológicas traumáticas e afinidade com o ultimo profissional) associadas ao processo de modelação (ansiedade materna) constituíram as principais formas de aquisição do medo infantil, enquanto por outro lado, as informações negativas de terceiros sobre tratamento odontológico não foram relevantes neste caso.
Conclusão: Considerando-se a alta prevalência do medo e da ansiedade evidenciada neste estudo, sugere-se que no atendimento odontológico de pacientes adultos, também se deva utilizar as mesmas técnicas de manejo do comportamento utilizadas para as crianças, outro grupo que é atingido por tal sentimento, tais como: comunicação não verbal, reforço positivo, distração, dessensibilização e controle da voz; porém com uma linguagem adequada a cada faixa etária.
O profissional dentista, ao agir dessa forma, possibilita ao paciente um tratamento mais humanizado, com possibilidades maiores de adesão ao tratamento.
Ao concluir a leitura do artigo, o leitor terá melhor embasamento científico, de artigos publicados recentemente, tanto nas classificações, quanto nas características e etiologias do medo odontológico.
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