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AVALIAÇÃO PARA ALÉM DA EXCLUSÃO: OS DESAFIOS DE UMA AVALIAÇÃO CONTÍNUA E PARA AS APRENDIZAGENS DA GEOGRAFIA
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A avaliação é uma temática relevante e na prática educativa é complexa e considerada espinhosa. O conhecimento geográfico é relevante para a compreensão dos fenômenos socioespaciais e a avaliação formativa pode contribuir para uma aprendizagem significativa. Mas, ainda se vivencia nas escolas uma avaliação desassociada do processo de ensino, centrada em um fim, que diverge do seu papel. Nesse contexto, questiona-se: como a avaliação desenvolvida nas escolas proporciona melhorias no ensino e nas aprendizagens da Geografia? É importante pensar em uma prática docente que o estudante se sinta sujeito do processo de construção de conhecimento e que a avaliação seja um elemento de interação entre os sujeitos do processo de ensino-aprendizagem. Nesse sentido, este artigo teve como objetivo geral: analisar se como a avaliação está sendo desenvolvida nas escolas proporciona melhorias no ensino e nas aprendizagens da Geografia; e como objetivos específicos: reconhecer a diferença entre exame e avaliação de foram que proporciona reflexões sobre o que estão desenvolvendo nas escolas; perceber a avaliação como uma prática contínua que contribui para melhorias do ensino e da aprendizagem; e refletir sobre os desafios de uma avaliação contínua e inclusiva no ensino-aprendizagem da Geografia. Pode-se perceber que o exame ainda é predominante nas escolas e que a avaliação formativa é integradora e inclusiva e pode ser basilar para o progresso do educando. No ensino de Geografia a avaliação formativa já faz parte do processo de ensino, mas ensinar a partir da avaliação exige conhecimentos epistêmico e metodológico por parte do docente, além de precisar considerar diferentes variáveis que intervém no processo de ensino-aprendizagem. Pode-se dizer que no ensino de Geografia a avaliação contínua, com intenção formativa, já faz parte do processo de ensino, mesmo que de forma tímida. Mas, trabalhar com essa concepção de avaliação exige condições de trabalho, dedicação e tempo por parte do docente, apoio da escola e da comunidade, precisa considerar todas as variáveis que estão envolvidas. Além disso, acrescenta-se que exige conhecimento epistêmico e metodológico, sem desconsiderar a experiência. Para o sistema educacional, a avaliação tem caráter de exame, mudar essa concepção exige tempo e comprovação de que a avaliação formativa é que contribui para a formação integral para a cidadania.
Observatorio do Semiarido
Title: AVALIAÇÃO PARA ALÉM DA EXCLUSÃO: OS DESAFIOS DE UMA AVALIAÇÃO CONTÍNUA E PARA AS APRENDIZAGENS DA GEOGRAFIA
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A avaliação é uma temática relevante e na prática educativa é complexa e considerada espinhosa.
O conhecimento geográfico é relevante para a compreensão dos fenômenos socioespaciais e a avaliação formativa pode contribuir para uma aprendizagem significativa.
Mas, ainda se vivencia nas escolas uma avaliação desassociada do processo de ensino, centrada em um fim, que diverge do seu papel.
Nesse contexto, questiona-se: como a avaliação desenvolvida nas escolas proporciona melhorias no ensino e nas aprendizagens da Geografia? É importante pensar em uma prática docente que o estudante se sinta sujeito do processo de construção de conhecimento e que a avaliação seja um elemento de interação entre os sujeitos do processo de ensino-aprendizagem.
Nesse sentido, este artigo teve como objetivo geral: analisar se como a avaliação está sendo desenvolvida nas escolas proporciona melhorias no ensino e nas aprendizagens da Geografia; e como objetivos específicos: reconhecer a diferença entre exame e avaliação de foram que proporciona reflexões sobre o que estão desenvolvendo nas escolas; perceber a avaliação como uma prática contínua que contribui para melhorias do ensino e da aprendizagem; e refletir sobre os desafios de uma avaliação contínua e inclusiva no ensino-aprendizagem da Geografia.
Pode-se perceber que o exame ainda é predominante nas escolas e que a avaliação formativa é integradora e inclusiva e pode ser basilar para o progresso do educando.
No ensino de Geografia a avaliação formativa já faz parte do processo de ensino, mas ensinar a partir da avaliação exige conhecimentos epistêmico e metodológico por parte do docente, além de precisar considerar diferentes variáveis que intervém no processo de ensino-aprendizagem.
Pode-se dizer que no ensino de Geografia a avaliação contínua, com intenção formativa, já faz parte do processo de ensino, mesmo que de forma tímida.
Mas, trabalhar com essa concepção de avaliação exige condições de trabalho, dedicação e tempo por parte do docente, apoio da escola e da comunidade, precisa considerar todas as variáveis que estão envolvidas.
Além disso, acrescenta-se que exige conhecimento epistêmico e metodológico, sem desconsiderar a experiência.
Para o sistema educacional, a avaliação tem caráter de exame, mudar essa concepção exige tempo e comprovação de que a avaliação formativa é que contribui para a formação integral para a cidadania.
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