Javascript must be enabled to continue!
ANÁLISE DA ESTABILIDADE DA IGG ANTI-SARS-COV-2 APÓS ARMAZENAMENTO SOB ULTRA REFRIGERAÇÃO
View through CrossRef
Objetivo: No contexto da pandemia do Sars-CoV-2, o armazenamento de amostras biológicas em biorrepositórios para futuros estudos dos seus impactos na população traz a necessidade do conhecimento sobre a estabilidade de analitos relacionados. A IgG anti-Sars-CoV-2 pode ser utilizada futuramente em estudos de soroprevalência e soroconversão durante as fases da pandemia. No teste comercial para dosagem de IgG anti-Sars-CoV-2 (Abbott), o prazo estabelecido em bula para armazenamento ≤ -20ºC é de 30 dias. Entretanto, para estudos posteriores, avaliamos a estabilidade desse analito em soro humano mantido sob -80ºC por três e seis meses e realizamos ciclos de congelamento/descongelamento. Método: Uma coorte de amostras de soro humano com dosagem conhecida de IgG anti-Sars-CoV-2 foi armazenada a 80ºC. Subcoortes de 40 amostras foram analisadas após três meses e outra após seis meses. A reprodutibilidade foi avaliada utilizando os testes: t, F e correlação de Pearson para comparação dos resultados no tempo zero, três e seis meses. Dez amostras foram submetidas a ciclos de congelamento/descongelamento, com uma variação de temperatura (Δt) de 105°C. Foi realizada a análise estatística das dosagens com relação a média, desvio padrão e coeficiente de variação. Conclusão: As análises após três e seis meses de preservação das amostras a -80°C apresentou valores dentro dos critérios de aceitação na comparação entre os tempos três e seis e o tempo 0. Após 180 dias, ainda é possível analisar com confiança o analito IgG anti-Sars-CoV-2. Outro dado que corrobora a alta estabilidade é que, ao submeter as amostras a 10 ciclos de congelamento/descongelamento, a variação média encontrada entre os resultados foi de 3,31%, respaldando que amostras submetidas, eventualmente, à alta variação de temperatura podem ser utilizadas com segurança para futuras análises.
Zeppelini Editorial e Comunicação
Title: ANÁLISE DA ESTABILIDADE DA IGG ANTI-SARS-COV-2 APÓS ARMAZENAMENTO SOB ULTRA REFRIGERAÇÃO
Description:
Objetivo: No contexto da pandemia do Sars-CoV-2, o armazenamento de amostras biológicas em biorrepositórios para futuros estudos dos seus impactos na população traz a necessidade do conhecimento sobre a estabilidade de analitos relacionados.
A IgG anti-Sars-CoV-2 pode ser utilizada futuramente em estudos de soroprevalência e soroconversão durante as fases da pandemia.
No teste comercial para dosagem de IgG anti-Sars-CoV-2 (Abbott), o prazo estabelecido em bula para armazenamento ≤ -20ºC é de 30 dias.
Entretanto, para estudos posteriores, avaliamos a estabilidade desse analito em soro humano mantido sob -80ºC por três e seis meses e realizamos ciclos de congelamento/descongelamento.
Método: Uma coorte de amostras de soro humano com dosagem conhecida de IgG anti-Sars-CoV-2 foi armazenada a 80ºC.
Subcoortes de 40 amostras foram analisadas após três meses e outra após seis meses.
A reprodutibilidade foi avaliada utilizando os testes: t, F e correlação de Pearson para comparação dos resultados no tempo zero, três e seis meses.
Dez amostras foram submetidas a ciclos de congelamento/descongelamento, com uma variação de temperatura (Δt) de 105°C.
Foi realizada a análise estatística das dosagens com relação a média, desvio padrão e coeficiente de variação.
Conclusão: As análises após três e seis meses de preservação das amostras a -80°C apresentou valores dentro dos critérios de aceitação na comparação entre os tempos três e seis e o tempo 0.
Após 180 dias, ainda é possível analisar com confiança o analito IgG anti-Sars-CoV-2.
Outro dado que corrobora a alta estabilidade é que, ao submeter as amostras a 10 ciclos de congelamento/descongelamento, a variação média encontrada entre os resultados foi de 3,31%, respaldando que amostras submetidas, eventualmente, à alta variação de temperatura podem ser utilizadas com segurança para futuras análises.
Related Results
The Potential of Medicinal Plants and Bioactive Compounds in the Fight Against COVID-19
The Potential of Medicinal Plants and Bioactive Compounds in the Fight Against COVID-19
Severe acute respiratory syndrome coronavirus 2 (SARS-CoV-2), a novel coronavirus , is causing a serious worldwide COVID-19 pandemic. The emergence of strains with rapid spread and...
Kinetics of the humoral immune response to SARS-CoV-2: comparative analytical performance of seven commercial serology tests
Kinetics of the humoral immune response to SARS-CoV-2: comparative analytical performance of seven commercial serology tests
Abstract
Background
SARS-CoV-2 serology tests are clinically useful to document a prior SARS-CoV-2 infection in patients with n...
Performance characteristics of the VIDAS® SARS-COV-2 IgM and IgG serological assays
Performance characteristics of the VIDAS® SARS-COV-2 IgM and IgG serological assays
ABSTRACTThe COVID-19 pandemic, caused by the new severe acute respiratory syndrome coronavirus 2 (SARS-CoV-2), continues to spread worldwide. Serological testing for SARS-CoV-2-spe...
The Hidden Problem of Cross-Reactivity: Challenges in HIV Testing During the COVID-19 Era: A Systematic Review
The Hidden Problem of Cross-Reactivity: Challenges in HIV Testing During the COVID-19 Era: A Systematic Review
Abstract
Introduction
Human immunodeficiency virus (HIV) and Severe Acute Respiratory Syndrome Coronavirus 2 (SARS-CoV2) surface glycoproteins, including shared epitope motifs, sho...
Long-Term Persistence of IgG Antibodies in SARS-CoV Infected Healthcare Workers
Long-Term Persistence of IgG Antibodies in SARS-CoV Infected Healthcare Workers
ABSTRACT
BACKGROUND
The ongoing worldwide outbreak of the 2019-nCoV is markedly similar to the severe acute respiratory syndrom...
Mutations in SARS-CoV
Mutations in SARS-CoV
The coronavirus family is named for the large spike protein molecules found
on the pathogen exterior, which give the virus a crown-like appearance, the coronavirus
genome is the bi...
Expanding access to SARS-CoV-2 IgG and IgM serologic testing using fingerstick whole blood, plasma, and rapid lateral flow assays
Expanding access to SARS-CoV-2 IgG and IgM serologic testing using fingerstick whole blood, plasma, and rapid lateral flow assays
AbstractSerologic testing for SARS-CoV-2 antibodies can be used to confirm diagnosis, estimate seroprevalence, screen convalescent plasma donors, and assess vaccine efficacy. Sever...
In silico, In vitro
Screening of Plant Extracts for Anti-SARS-CoV-2 Activity and Evaluation of Their Acute and Sub-Acute Toxicity
In silico, In vitro
Screening of Plant Extracts for Anti-SARS-CoV-2 Activity and Evaluation of Their Acute and Sub-Acute Toxicity
Abstract
Background
In the absence of a specific drug for COVID 19, treatment with plant extracts could be an option worthy of ...

