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Eficiência do uso de bioestimulantes para a produção de mudas de Ipê-roxo (Handroanthus impetiginosus Mart.)

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Handroanthus impetiginosus Mart., popularmente conhecido como ipê-roxo, é uma espécie florestal nativa da Amazônia com múltiplas funcionalidades, por isso, estratégias que possam otimizar a produção de mudas dessa espécie são indispensáveis, como o uso de bioestimulantes de crescimento. Diante disso, o objetivo deste trabalho foi avaliar o crescimento de mudas de H. impetiginosus após inoculação de microrganismos promotores de crescimento. Quatro tratamentos foram testados, sendo três com inoculação de microrganismos (R46 = Burkholderia pyrrocinia; R92 =Bacillus subtilis e MIX = quatro isolados de Trichoderma asperellum) e um sem inoculação, considerado como referência (CTL). A inoculação ocorreu 14 dias após a germinação e as medições dos parâmetros avaliados ocorreram após 60 dias. Para altura, diâmetro do coleto e Índice de Qualidade de Dickson, apenas os tratamentos R92 e MIX foram superiores ao CTL. O teor de clorofila não diferiu entre os tratamentos. A análise de Cluster evidenciou a semelhança entre R92 e MIX. A inoculação de microrganismos resultou no aumento na massa fresca de raiz. Acreditamos que as propriedades antimicrobianas da espécie florestal podem ter inibido os efeitos de R46, enquanto que para R92 os benefícios puderam ser notados, pois H. impetiginosus libera exudatos que atraem a bactéria. Os efeitos positivos e relevantes do MIX podem ser explicados pela capacidade do fungo em produzir ácido indol-3-acético. Assim, esse estudo destacou a eficiência de bioestimulantes para a produção de mudas de H. imperiginosus e recomenda-se o uso de B. subtilis e T. asperellum como estratégia para aperfeiçoar a prática.
Title: Eficiência do uso de bioestimulantes para a produção de mudas de Ipê-roxo (Handroanthus impetiginosus Mart.)
Description:
Handroanthus impetiginosus Mart.
, popularmente conhecido como ipê-roxo, é uma espécie florestal nativa da Amazônia com múltiplas funcionalidades, por isso, estratégias que possam otimizar a produção de mudas dessa espécie são indispensáveis, como o uso de bioestimulantes de crescimento.
Diante disso, o objetivo deste trabalho foi avaliar o crescimento de mudas de H.
impetiginosus após inoculação de microrganismos promotores de crescimento.
Quatro tratamentos foram testados, sendo três com inoculação de microrganismos (R46 = Burkholderia pyrrocinia; R92 =Bacillus subtilis e MIX = quatro isolados de Trichoderma asperellum) e um sem inoculação, considerado como referência (CTL).
A inoculação ocorreu 14 dias após a germinação e as medições dos parâmetros avaliados ocorreram após 60 dias.
Para altura, diâmetro do coleto e Índice de Qualidade de Dickson, apenas os tratamentos R92 e MIX foram superiores ao CTL.
O teor de clorofila não diferiu entre os tratamentos.
A análise de Cluster evidenciou a semelhança entre R92 e MIX.
A inoculação de microrganismos resultou no aumento na massa fresca de raiz.
Acreditamos que as propriedades antimicrobianas da espécie florestal podem ter inibido os efeitos de R46, enquanto que para R92 os benefícios puderam ser notados, pois H.
impetiginosus libera exudatos que atraem a bactéria.
Os efeitos positivos e relevantes do MIX podem ser explicados pela capacidade do fungo em produzir ácido indol-3-acético.
Assim, esse estudo destacou a eficiência de bioestimulantes para a produção de mudas de H.
imperiginosus e recomenda-se o uso de B.
subtilis e T.
asperellum como estratégia para aperfeiçoar a prática.

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