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Manejo da Epilepsia Refratária: Novos Protocolos e Perspectivas Futuras

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A epilepsia refratária é definida como a persistência de crises epilépticas mesmo após o uso adequado de pelo menos dois fármacos antiepilépticos bem conduzidos. Essa condição acomete cerca de 30% dos pacientes com epilepsia e está associada a significativos prejuízos na qualidade de vida, aumento da morbimortalidade e elevados custos sociais e econômicos. Objetivo: Este estudo teve como objetivo revisar os protocolos atuais e explorar novas perspectivas terapêuticas no manejo da epilepsia refratária. Metodologia: Trata-se de uma revisão narrativa da literatura. Foram consultadas as bases de dados PubMed, Scielo, LILACS e Google Scholar, utilizando os descritores "epilepsia refratária", "tratamento", "canabidiol", "cirurgia da epilepsia", "estimulação do nervo vago" e "novas terapias". Foram incluídos artigos publicados entre 2018 e 2024, disponíveis em português, inglês ou espanhol. Resultados e Discussão: Diversas abordagens emergentes vêm sendo estudadas com resultados promissores. O canabidiol demonstrou eficácia na redução da frequência das crises em casos refratários específicos. A cirurgia da epilepsia, quando indicada, oferece potencial curativo. Técnicas de neuromodulação, como a estimulação do nervo vago e cerebral profunda, também se mostram efetivas. Além disso, dietas cetogênicas, novas drogas e avanços em terapias gênicas e celulares despontam como futuras estratégias. Conclusão: O manejo da epilepsia refratária exige uma abordagem multidisciplinar e individualizada. A constante atualização dos profissionais de saúde e o investimento em terapias inovadoras são fundamentais para melhorar o prognóstico dos pacientes e ampliar o acesso a tratamentos eficazes.
Title: Manejo da Epilepsia Refratária: Novos Protocolos e Perspectivas Futuras
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A epilepsia refratária é definida como a persistência de crises epilépticas mesmo após o uso adequado de pelo menos dois fármacos antiepilépticos bem conduzidos.
Essa condição acomete cerca de 30% dos pacientes com epilepsia e está associada a significativos prejuízos na qualidade de vida, aumento da morbimortalidade e elevados custos sociais e econômicos.
Objetivo: Este estudo teve como objetivo revisar os protocolos atuais e explorar novas perspectivas terapêuticas no manejo da epilepsia refratária.
Metodologia: Trata-se de uma revisão narrativa da literatura.
Foram consultadas as bases de dados PubMed, Scielo, LILACS e Google Scholar, utilizando os descritores "epilepsia refratária", "tratamento", "canabidiol", "cirurgia da epilepsia", "estimulação do nervo vago" e "novas terapias".
Foram incluídos artigos publicados entre 2018 e 2024, disponíveis em português, inglês ou espanhol.
Resultados e Discussão: Diversas abordagens emergentes vêm sendo estudadas com resultados promissores.
O canabidiol demonstrou eficácia na redução da frequência das crises em casos refratários específicos.
A cirurgia da epilepsia, quando indicada, oferece potencial curativo.
Técnicas de neuromodulação, como a estimulação do nervo vago e cerebral profunda, também se mostram efetivas.
Além disso, dietas cetogênicas, novas drogas e avanços em terapias gênicas e celulares despontam como futuras estratégias.
Conclusão: O manejo da epilepsia refratária exige uma abordagem multidisciplinar e individualizada.
A constante atualização dos profissionais de saúde e o investimento em terapias inovadoras são fundamentais para melhorar o prognóstico dos pacientes e ampliar o acesso a tratamentos eficazes.

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