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Los desastres naturales y la geografía contemporánea
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Los desastres naturales y la geografía contemporánea. La geografía contemporánea empezó a integrar los eventos calamitosos en sus reflexiones epistemológicas gracias a la geografía de las calamidades, cuyas primeras formulaciones aparecieron hacia 1920, de la mano de Raoul Montandon. La obra más importante de éste fue la revista Matériaux pour l'Etude des Calamités. La otra reflexión epistemológica importante sobre las calamidades naturales se desarrolló en Estados Unidos, gracias a la iniciativa de los alumnos de Gilbert F. White. En la década de los sesenta, L Burton, R.W. Kates y el mismo White, empezaron a plantear la llamada geografía de los riesgos. Esta empezó pronto a ser calificada de tecnocrática por la llamada geografía radical, como resultado de la aplicación del análisis marxista. La disciplina recuperaba así algunos de los presupuestos iniciales de la geografía de las calamidades; aquellos que ponían énfasis en el carácter social de las catástrofes naturales. Estos modelos de investigación, junto al trabajo en otras disciplinas, han ayudado a crear un marco de nuevas sensibilidades frente a las mismas.
[fr] Les désastres naturels et la géographie contemporaine. La géographie contemporaine a commencé à intégrer les faits calamiteux dans leurs réflexions épistémologiques à partir de la géographie des calamités dont les premières formulations son apparues vers 1920, de la main de Raoul Montandon. Une de ses oeuvres les plus importantes a été Matériaux pour l'Étude des Calamités. L'autre réflexion épistemologique importante sur les calamités naturelles s'est développée aux États-Unis à partir de l'iniciative des élèves de Gilbert F. White. Dans les années 60, L Burton, R.W. Kates et White commenceront à poser la géographie des risques. Celle-ci fut qualifiée rapidement de technocrate par la géographie radicale, résultat de l'application de l'analyse marxiste. La discipline récupérait ainsi quelques principes iniciaux de la géographie des calamités; par exemple ceux qui ponaient l'accent sur le caractère social des catastrophes naturelles. Ces modèles d'investigation et le travail efectué dans d'autres disciplines ont aidé à créer un marc de nouvelles sensibilités en relations aux mêmes.
Title: Los desastres naturales y la geografía contemporánea
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Los desastres naturales y la geografía contemporánea.
La geografía contemporánea empezó a integrar los eventos calamitosos en sus reflexiones epistemológicas gracias a la geografía de las calamidades, cuyas primeras formulaciones aparecieron hacia 1920, de la mano de Raoul Montandon.
La obra más importante de éste fue la revista Matériaux pour l'Etude des Calamités.
La otra reflexión epistemológica importante sobre las calamidades naturales se desarrolló en Estados Unidos, gracias a la iniciativa de los alumnos de Gilbert F.
White.
En la década de los sesenta, L Burton, R.
W.
Kates y el mismo White, empezaron a plantear la llamada geografía de los riesgos.
Esta empezó pronto a ser calificada de tecnocrática por la llamada geografía radical, como resultado de la aplicación del análisis marxista.
La disciplina recuperaba así algunos de los presupuestos iniciales de la geografía de las calamidades; aquellos que ponían énfasis en el carácter social de las catástrofes naturales.
Estos modelos de investigación, junto al trabajo en otras disciplinas, han ayudado a crear un marco de nuevas sensibilidades frente a las mismas.
[fr] Les désastres naturels et la géographie contemporaine.
La géographie contemporaine a commencé à intégrer les faits calamiteux dans leurs réflexions épistémologiques à partir de la géographie des calamités dont les premières formulations son apparues vers 1920, de la main de Raoul Montandon.
Une de ses oeuvres les plus importantes a été Matériaux pour l'Étude des Calamités.
L'autre réflexion épistemologique importante sur les calamités naturelles s'est développée aux États-Unis à partir de l'iniciative des élèves de Gilbert F.
White.
Dans les années 60, L Burton, R.
W.
Kates et White commenceront à poser la géographie des risques.
Celle-ci fut qualifiée rapidement de technocrate par la géographie radicale, résultat de l'application de l'analyse marxiste.
La discipline récupérait ainsi quelques principes iniciaux de la géographie des calamités; par exemple ceux qui ponaient l'accent sur le caractère social des catastrophes naturelles.
Ces modèles d'investigation et le travail efectué dans d'autres disciplines ont aidé à créer un marc de nouvelles sensibilités en relations aux mêmes.
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