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Delírio de Parasitose (ekbom): Manejo Clínico com Antipsicóticos de Segunda Geração
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O delírio de parasitose, também conhecido como Síndrome de Ekbom, é um transtorno psicodermatológico crônico caracterizado pela convicção inabalável do paciente de estar infestado por parasitas, insetos ou microrganismos, embora não haja evidência clínica de tal condição. O impacto na qualidade de vida é profundo, resultando em comportamentos como automutilação, busca por múltiplos especialistas e isolamento social. Historicamente, o tratamento baseava-se em antipsicóticos típicos, cuja eficácia era limitada pelo perfil de efeitos adversos, especialmente os sintomas extrapiramidais. Recentemente, a introdução dos antipsicóticos de segunda geração, como risperidona, olanzapina e quetiapina, revolucionou o manejo clínico, oferecendo um perfil de tolerabilidade superior e maior adesão ao tratamento. Este estudo teve como objetivo realizar uma revisão sistemática da literatura sobre a eficácia e segurança dos antipsicóticos de segunda geração no manejo do delírio de parasitose no cenário brasileiro. A metodologia pautou-se em uma análise bibliográfica de estudos clínicos, relatos de casos e consensos entre dermatologia e psiquiatria publicados na última década, priorizando as evidências sobre a taxa de remissão dos sintomas. Os resultados demonstram que esses fármacos proporcionam uma melhora significativa no quadro delirante com menor incidência de efeitos indesejáveis, facilitando o manejo do paciente. Conclui-se que a abordagem multidisciplinar é fundamental para o sucesso terapêutico, sendo os antipsicóticos de segunda geração o pilar do tratamento farmacológico atual, contribuindo para a redução da angústia do paciente e a restauração de seu bem-estar biopsicossocial.
Title: Delírio de Parasitose (ekbom): Manejo Clínico com Antipsicóticos de Segunda Geração
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O delírio de parasitose, também conhecido como Síndrome de Ekbom, é um transtorno psicodermatológico crônico caracterizado pela convicção inabalável do paciente de estar infestado por parasitas, insetos ou microrganismos, embora não haja evidência clínica de tal condição.
O impacto na qualidade de vida é profundo, resultando em comportamentos como automutilação, busca por múltiplos especialistas e isolamento social.
Historicamente, o tratamento baseava-se em antipsicóticos típicos, cuja eficácia era limitada pelo perfil de efeitos adversos, especialmente os sintomas extrapiramidais.
Recentemente, a introdução dos antipsicóticos de segunda geração, como risperidona, olanzapina e quetiapina, revolucionou o manejo clínico, oferecendo um perfil de tolerabilidade superior e maior adesão ao tratamento.
Este estudo teve como objetivo realizar uma revisão sistemática da literatura sobre a eficácia e segurança dos antipsicóticos de segunda geração no manejo do delírio de parasitose no cenário brasileiro.
A metodologia pautou-se em uma análise bibliográfica de estudos clínicos, relatos de casos e consensos entre dermatologia e psiquiatria publicados na última década, priorizando as evidências sobre a taxa de remissão dos sintomas.
Os resultados demonstram que esses fármacos proporcionam uma melhora significativa no quadro delirante com menor incidência de efeitos indesejáveis, facilitando o manejo do paciente.
Conclui-se que a abordagem multidisciplinar é fundamental para o sucesso terapêutico, sendo os antipsicóticos de segunda geração o pilar do tratamento farmacológico atual, contribuindo para a redução da angústia do paciente e a restauração de seu bem-estar biopsicossocial.
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