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ATENDIMENTO AO AVC NO DEPARTAMENTO DE EMERGÊNCIA

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Introdução: Acidente vascular cerebral (AVC) ou atualmente também conhecido como AVE(Acidente Vascular Encefálico) é a interrupção súbita do fluxo sanguíneo encefálico, tornando-se a segunda maior causa de óbitos, no Brasil. Destarte, a eficiência no atendimento, o menor intervalo de tempo e a realização na tomografia computadorizada (TC) é essencial para contemplar bons resultados clínicos e na reabilitação, evitando possíveis complicações. Objetivos: analisar como ocorre o atendimento de pacientes com acidente vascular cerebral considerando os fluxos assistenciais e os elementos restritivos e facilitadores do atendimento na rede de atenção às urgências e emergências. Material e Métodos: revisão integrativa da literatura na base de dados SiELO e BVS. Os critérios de inclusão foram ensaios clínicos, revisões de casos e de bibliografias, publicados em português e inglês. no intervalo de 2012 a 2022. Resultados e Discussão: Dentre os 10 artigos selecionados, dos últimos 12 anos, foi avaliado a ordem hierárquica da fragmentação do processo de atendimento urgência, os elementos facilitadores apontam à partilha de objetivos no pronto-socorro e ao esforço dos profissionais para atender o indivíduo em questão. Entre as dificuldades observadas podemos pontuar os entraves nas relações e coesão na comunicação entre as equipes de saúde, falta de vagas, escassez de recursos e a necessidade de um protocolo manejo mais eficiente de atendimento emergencial ao AVC, posto que interferem diretamente na evolução do enfermo. O longo período para o procedimento adequado de assistência ao paciente na emergência, fatores como imobilidade e mau posicionamento geram efeitos deletérios funcionais e complicações clínicas para o indivíduo pós- AVC, como pneumonia, trombose venosa profunda, perda muscular, limitação articular e disfunções dos sistemas cardiovascular e respiratório; fatores que influenciam na permanência destes pacientes no hospital e seu destino. Ocasiona, consequentemente, evasão hospitalar, necessidade de uso da “vaga zero” e atendimento melhor em unidades especializadas. Conclusão: A descontinuidade da Rede revela necessidade de intervenções gerenciais no sentidode aprimorar o atendimento, padronizando-o e tornando a assistência integral e equânime; sendo de extrema importância do treinamento correto das equipes emergencista, um protocolo de procedimento de acidente vascular encefálico que possibilita o manejo imediato e cuidadointensivo aos pacientes, a fim de atenuar a morbimortalidade e o tempo de internação, visto que quanto mais rápido o processo de atenção e tratamento, maiores as chances de recuperação completa.
Title: ATENDIMENTO AO AVC NO DEPARTAMENTO DE EMERGÊNCIA
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Introdução: Acidente vascular cerebral (AVC) ou atualmente também conhecido como AVE(Acidente Vascular Encefálico) é a interrupção súbita do fluxo sanguíneo encefálico, tornando-se a segunda maior causa de óbitos, no Brasil.
Destarte, a eficiência no atendimento, o menor intervalo de tempo e a realização na tomografia computadorizada (TC) é essencial para contemplar bons resultados clínicos e na reabilitação, evitando possíveis complicações.
Objetivos: analisar como ocorre o atendimento de pacientes com acidente vascular cerebral considerando os fluxos assistenciais e os elementos restritivos e facilitadores do atendimento na rede de atenção às urgências e emergências.
Material e Métodos: revisão integrativa da literatura na base de dados SiELO e BVS.
Os critérios de inclusão foram ensaios clínicos, revisões de casos e de bibliografias, publicados em português e inglês.
no intervalo de 2012 a 2022.
Resultados e Discussão: Dentre os 10 artigos selecionados, dos últimos 12 anos, foi avaliado a ordem hierárquica da fragmentação do processo de atendimento urgência, os elementos facilitadores apontam à partilha de objetivos no pronto-socorro e ao esforço dos profissionais para atender o indivíduo em questão.
Entre as dificuldades observadas podemos pontuar os entraves nas relações e coesão na comunicação entre as equipes de saúde, falta de vagas, escassez de recursos e a necessidade de um protocolo manejo mais eficiente de atendimento emergencial ao AVC, posto que interferem diretamente na evolução do enfermo.
O longo período para o procedimento adequado de assistência ao paciente na emergência, fatores como imobilidade e mau posicionamento geram efeitos deletérios funcionais e complicações clínicas para o indivíduo pós- AVC, como pneumonia, trombose venosa profunda, perda muscular, limitação articular e disfunções dos sistemas cardiovascular e respiratório; fatores que influenciam na permanência destes pacientes no hospital e seu destino.
Ocasiona, consequentemente, evasão hospitalar, necessidade de uso da “vaga zero” e atendimento melhor em unidades especializadas.
Conclusão: A descontinuidade da Rede revela necessidade de intervenções gerenciais no sentidode aprimorar o atendimento, padronizando-o e tornando a assistência integral e equânime; sendo de extrema importância do treinamento correto das equipes emergencista, um protocolo de procedimento de acidente vascular encefálico que possibilita o manejo imediato e cuidadointensivo aos pacientes, a fim de atenuar a morbimortalidade e o tempo de internação, visto que quanto mais rápido o processo de atenção e tratamento, maiores as chances de recuperação completa.

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