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Uso indiscriminado do contraceptivo de emergência e o papel do farmacêutico na promoção do seu uso racional
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O uso do contraceptivo de emergência tem aumentado significativamente em escala global, frequentemente sem a devida orientação e acompanhamento profissional. Nesse contexto, este estudo teve como objetivo identificar as problemáticas associadas ao uso indiscriminado desse método, destacando o papel do farmacêutico na mitigação de seus impactos sobre as mulheres que recorrem a essa alternativa. Para isso, foi realizada uma Revisão Sistemática da Literatura com artigos publicados nos últimos cinco anos, indexados nas bases de dados LILACS, PubMed e SciELO. Foram selecionados 18 estudos que evidenciaram a alta prevalência do uso indiscriminado da contracepção de emergência, especialmente entre mulheres jovens. Fatores como a falta de orientação e o fácil acesso ao medicamento são destacados como causas desse . Além disso, verificou-se que muitas mulheres obtêm informações sobre o contraceptivo de emergência por meio de fontes não científicas, como amigos e a mídia, . Os efeitos adversos mais relatados incluem náuseas, vômitos, irregularidades menstruais, dores abdominais, fadiga, cefaleia e tontura. Também foi constatada a disseminação de mitos, como a associação equivocada do método a práticas abortivas. Diante desse cenário, o acompanhamento do farmacêutico é crucial para assegurar o uso correto dos contraceptivos de emergência, minimizar riscos à saúde e prevenir gravidezes não planejadas e abortos, ressaltando a importância da interdisciplinaridade e do uso responsável.
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Conselho Regional de Farmácia do Estado da Bahia
Title: Uso indiscriminado do contraceptivo de emergência e o papel do farmacêutico na promoção do seu uso racional
Description:
O uso do contraceptivo de emergência tem aumentado significativamente em escala global, frequentemente sem a devida orientação e acompanhamento profissional.
Nesse contexto, este estudo teve como objetivo identificar as problemáticas associadas ao uso indiscriminado desse método, destacando o papel do farmacêutico na mitigação de seus impactos sobre as mulheres que recorrem a essa alternativa.
Para isso, foi realizada uma Revisão Sistemática da Literatura com artigos publicados nos últimos cinco anos, indexados nas bases de dados LILACS, PubMed e SciELO.
Foram selecionados 18 estudos que evidenciaram a alta prevalência do uso indiscriminado da contracepção de emergência, especialmente entre mulheres jovens.
Fatores como a falta de orientação e o fácil acesso ao medicamento são destacados como causas desse .
Além disso, verificou-se que muitas mulheres obtêm informações sobre o contraceptivo de emergência por meio de fontes não científicas, como amigos e a mídia, .
Os efeitos adversos mais relatados incluem náuseas, vômitos, irregularidades menstruais, dores abdominais, fadiga, cefaleia e tontura.
Também foi constatada a disseminação de mitos, como a associação equivocada do método a práticas abortivas.
Diante desse cenário, o acompanhamento do farmacêutico é crucial para assegurar o uso correto dos contraceptivos de emergência, minimizar riscos à saúde e prevenir gravidezes não planejadas e abortos, ressaltando a importância da interdisciplinaridade e do uso responsável.
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