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CUIDADO FARMACÊUTICO NA AUTOMEDICAÇÃO DE MEDICAMENTOS ISENTOS DE PRESCRIÇÃO (MIPS): UMA REVISÃO INTEGRATIVA
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Medicamentos isentos de prescrição (MIP) englobam uma expressiva parcela de comercialização no mercado farmacêutico mundial e brasileiro, e possuem importância no manejo de problemas de saúde autolimitados e na automedicação responsável, por meio da atuação clínica do farmacêutico. O farmacêutico é uma fonte confiável de conhecimento e aconselhamento, não apenas para pacientes, mas também para outros profissionais de saúde. Ele garante que o medicamento correto seja fornecido ao paciente certo na dose e formulação mais adequadas. Com base nisso, o presente trabalho tem como objetivo destacar a importância do profissional farmacêutico nas intervenções relacionadas à automedicação por MIPs. Com fins de alcançar os objetivos propostos, adotou-se como metodologia uma revisão integrativa de literatura através das bases de dados: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), e Medical Literature Analysis and Retrievel System Online (MEDLINE), Scientific Electronic Library Online (SciELO), publicados entre os anos de 2015 e 2024. Foram utilizados os seguintes descritores: “Medicamentos isentos de prescrição”, “automedicação”, “cuidado farmacêutico”. Ainda que não haja necessidade de prescrição médica, é imprescindível que o uso de MIPs seja racional, orientado por um farmacêutico, haja vista que estes medicamentos, assim como qualquer outro, apresentam suas contraindicações e adversidades. Assim, o uso indiscriminado ou irracional poderá ocasionar sérios problemas de saúde, como intoxicação, dependência química e psíquica. Assim sendo, o farmacêutico tem um papel crucial na atenção e assistência aos usuários, a fim de minimizar e, até mesmo, coibir que estes pratiquem a automedicação. Isto posto, buscar orientações, informações em fontes confiáveis, capacitadas, qualificadas e com formação para exercer esse papel, como é o caso do farmacêutico que detém conhecimentos e embasamentos técnicos e científicos para estes fins, é a conduta correta a ser realizada por pessoas que fazem uso de MIPs, evitando, com isso, incorrer em descontrole e se automedicar.
Palavras-chave: Automedicação. Cuidado Farmacêutico. MIPs.
Revista Interdisciplinar em saude
Title: CUIDADO FARMACÊUTICO NA AUTOMEDICAÇÃO DE MEDICAMENTOS ISENTOS DE PRESCRIÇÃO (MIPS): UMA REVISÃO INTEGRATIVA
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Medicamentos isentos de prescrição (MIP) englobam uma expressiva parcela de comercialização no mercado farmacêutico mundial e brasileiro, e possuem importância no manejo de problemas de saúde autolimitados e na automedicação responsável, por meio da atuação clínica do farmacêutico.
O farmacêutico é uma fonte confiável de conhecimento e aconselhamento, não apenas para pacientes, mas também para outros profissionais de saúde.
Ele garante que o medicamento correto seja fornecido ao paciente certo na dose e formulação mais adequadas.
Com base nisso, o presente trabalho tem como objetivo destacar a importância do profissional farmacêutico nas intervenções relacionadas à automedicação por MIPs.
Com fins de alcançar os objetivos propostos, adotou-se como metodologia uma revisão integrativa de literatura através das bases de dados: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), e Medical Literature Analysis and Retrievel System Online (MEDLINE), Scientific Electronic Library Online (SciELO), publicados entre os anos de 2015 e 2024.
Foram utilizados os seguintes descritores: “Medicamentos isentos de prescrição”, “automedicação”, “cuidado farmacêutico”.
Ainda que não haja necessidade de prescrição médica, é imprescindível que o uso de MIPs seja racional, orientado por um farmacêutico, haja vista que estes medicamentos, assim como qualquer outro, apresentam suas contraindicações e adversidades.
Assim, o uso indiscriminado ou irracional poderá ocasionar sérios problemas de saúde, como intoxicação, dependência química e psíquica.
Assim sendo, o farmacêutico tem um papel crucial na atenção e assistência aos usuários, a fim de minimizar e, até mesmo, coibir que estes pratiquem a automedicação.
Isto posto, buscar orientações, informações em fontes confiáveis, capacitadas, qualificadas e com formação para exercer esse papel, como é o caso do farmacêutico que detém conhecimentos e embasamentos técnicos e científicos para estes fins, é a conduta correta a ser realizada por pessoas que fazem uso de MIPs, evitando, com isso, incorrer em descontrole e se automedicar.
Palavras-chave: Automedicação.
Cuidado Farmacêutico.
MIPs.
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