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CONTROLE PRESSÓRICO E INÉRCIA TERAPÊUTICA NO AMBULATÓRIO ESCOLA DA UNIVERSIDADE IGUAÇU
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Introdução: Conhecer as taxas de controle da pressão do Ambulatório Escola da Universidade Iguaçu, as estratégias terapêuticas e a taxa de inércia terapêutica frente aos pacientes não controlados, são fundamentais para estabelecer estratégias de alcance de metas pressóricas. Objetivo: Determinar a taxa de pacientes na meta e fora da meta de pressão arterial, a estratégia terapêutica em uso e a taxa de inércia terapêutica frente aos pacientes não controlados. Metodologia: Estudo observacional, prospectivo e analítico através de análise dos prontuários e entrevista com pacientes consecutivos atendidos no ambulatório escola da Universidade Iguaçu, com >18 anos, no período de agosto a dezembro de 2019. Análise de dados demográficos, condições clínicas associadas e presença de outros fatores de risco. Resultados: 202 pacientes estudados na pesquisa, faixa etária de 18 a 85 anos, com 91,08% dos pacientes com hipertensão arterial (40 e 79 anos). Analisando as taxas de controle, 61,38 % encontram-se na meta de pressão arterial de acordo com o risco cardiovascular, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, e 38,6%, dos pacientes não se encontram na meta. A adesão terapêutica elevada foi observada em 29,83% dos pacientes na meta vrs 26,92% dos pacientes fora da meta. A taxa de inercia terapêutica foi de 41,03% pacientes com conduta mantida. Conclusão: Dos pacientes atendidos, 38,61% estão fora da meta de pressão arterial, e a inercia terapêutica é um importante problema. Como a maioria dos pacientes hipertensos sem comorbidades são acompanhados nas unidades básicas de saúde por generalistas, a capacitação desses profissionais é de grande importância para um melhor controle da pressão arterial.
Atha Mais Editora Ltda
Title: CONTROLE PRESSÓRICO E INÉRCIA TERAPÊUTICA NO AMBULATÓRIO ESCOLA DA UNIVERSIDADE IGUAÇU
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Introdução: Conhecer as taxas de controle da pressão do Ambulatório Escola da Universidade Iguaçu, as estratégias terapêuticas e a taxa de inércia terapêutica frente aos pacientes não controlados, são fundamentais para estabelecer estratégias de alcance de metas pressóricas.
Objetivo: Determinar a taxa de pacientes na meta e fora da meta de pressão arterial, a estratégia terapêutica em uso e a taxa de inércia terapêutica frente aos pacientes não controlados.
Metodologia: Estudo observacional, prospectivo e analítico através de análise dos prontuários e entrevista com pacientes consecutivos atendidos no ambulatório escola da Universidade Iguaçu, com >18 anos, no período de agosto a dezembro de 2019.
Análise de dados demográficos, condições clínicas associadas e presença de outros fatores de risco.
Resultados: 202 pacientes estudados na pesquisa, faixa etária de 18 a 85 anos, com 91,08% dos pacientes com hipertensão arterial (40 e 79 anos).
Analisando as taxas de controle, 61,38 % encontram-se na meta de pressão arterial de acordo com o risco cardiovascular, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, e 38,6%, dos pacientes não se encontram na meta.
A adesão terapêutica elevada foi observada em 29,83% dos pacientes na meta vrs 26,92% dos pacientes fora da meta.
A taxa de inercia terapêutica foi de 41,03% pacientes com conduta mantida.
Conclusão: Dos pacientes atendidos, 38,61% estão fora da meta de pressão arterial, e a inercia terapêutica é um importante problema.
Como a maioria dos pacientes hipertensos sem comorbidades são acompanhados nas unidades básicas de saúde por generalistas, a capacitação desses profissionais é de grande importância para um melhor controle da pressão arterial.
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