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CORRELAÇÃO ENTRE A CAPACIDADE FUNCIONAL E FORÇA DE PREENSÃO DA MÃO EM IDOSOS FREQUENTADORES DE UM CENTRO DE CONVIVÊNCIA

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O objetivo deste estudo foi correlacionar a capacidade funcional e a força de preensão da mão em idosos. Trata-se de uma pesquisa de campo, do tipo descritiva com delineamento transversal e abordagem quantitativa dos dados. Foram incluídos idosos de ambos os sexos, frequentadores do Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos para Idosos da cidade de Imperatriz, Maranhão. Os critérios de exclusão foram: o não preenchimento completo dos instrumentos do estudo, idosos com déficit de comunicação e incapazes de segurar o dinamômetro. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa em Seres Humanos, através do parecer Nº: 4.067.734. A amostra foi composta por 83 idosos, sendo a maioria do sexo feminino (73,5%), raça branca (38,5%), com ensino fundamental incompleto (63%), aposentados (89%), renda entre 1 e 2 salários (92%), viúvos (43%). Cerca de 84% dos idosos praticavam atividade física, 81% apresentavam alguma doença, sendo a hipertensão arterial a mais relatada (70%). Em relação a capacidade funcional, 64% dos idosos eram independentes e com média de força de preensão da mão de 17.8kgf para mulheres e 27.0kgf para homens. Houve correlação positiva, estatisticamente significativa, entre a capacidade funcional e a força de preensão da mão. Conclui-se que a força de preensão da mão é importante marcador funcional nos idosos, pois quanto maior a força de preensão da mão, maior é a capacidade funcional. Assim, idosos frequentadores de um centro de convivência, se mostraram mais ativos e capazes de realizar suas atividades de vida diária.
Title: CORRELAÇÃO ENTRE A CAPACIDADE FUNCIONAL E FORÇA DE PREENSÃO DA MÃO EM IDOSOS FREQUENTADORES DE UM CENTRO DE CONVIVÊNCIA
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O objetivo deste estudo foi correlacionar a capacidade funcional e a força de preensão da mão em idosos.
Trata-se de uma pesquisa de campo, do tipo descritiva com delineamento transversal e abordagem quantitativa dos dados.
Foram incluídos idosos de ambos os sexos, frequentadores do Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos para Idosos da cidade de Imperatriz, Maranhão.
Os critérios de exclusão foram: o não preenchimento completo dos instrumentos do estudo, idosos com déficit de comunicação e incapazes de segurar o dinamômetro.
O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa em Seres Humanos, através do parecer Nº: 4.
067.
734.
A amostra foi composta por 83 idosos, sendo a maioria do sexo feminino (73,5%), raça branca (38,5%), com ensino fundamental incompleto (63%), aposentados (89%), renda entre 1 e 2 salários (92%), viúvos (43%).
Cerca de 84% dos idosos praticavam atividade física, 81% apresentavam alguma doença, sendo a hipertensão arterial a mais relatada (70%).
Em relação a capacidade funcional, 64% dos idosos eram independentes e com média de força de preensão da mão de 17.
8kgf para mulheres e 27.
0kgf para homens.
Houve correlação positiva, estatisticamente significativa, entre a capacidade funcional e a força de preensão da mão.
Conclui-se que a força de preensão da mão é importante marcador funcional nos idosos, pois quanto maior a força de preensão da mão, maior é a capacidade funcional.
Assim, idosos frequentadores de um centro de convivência, se mostraram mais ativos e capazes de realizar suas atividades de vida diária.

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