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Força de preensão manual em crianças e adolescentes com diabetes Mellitus Tipo 1
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Objetivo foi analisar o desempenho de força de preensão manual de crianças e adolescentes com DM1. A amostra foi de 54 pacientes do Centro Interdisciplinar em Diabetes (CENID, de ambos os sexos (masculino= 28; feminino=26) e idade de 7 a 19 anos, com diagnostico de DM1 há no mínimo 12 meses. Foram obtidos dados sobre a idade, nível de atividade física (NAF), diagnóstico, método de insulinização, composição corporal e força de preensão manual por dinamometria. A força foi categorizada de acordo com a idade e sexo em: déficit de força; força normal; e força elevada. Independente do sexo, 53,7% da amostra apresentou déficit de força da mão dominante e 70,4% na mão não dominante. O sexo masculino apresentou maior proporção de déficit de força de preensão manual, com 64,3% na mão dominante e 78,6% na mão não dominante. As meninas apresentaram 42,3% de déficit de força na mão dominante e 61,5% na mão não dominante. Em ambos os sexos foi observado eleva proporção de déficit de força, sendo este mais evidente na mão não dominante. O baixo desempenho de força pode estar relacionado ao baixo nível de atividade física, pois, 92,5% foi classificada como sedentária
Title: Força de preensão manual em crianças e adolescentes com diabetes Mellitus Tipo 1
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Objetivo foi analisar o desempenho de força de preensão manual de crianças e adolescentes com DM1.
A amostra foi de 54 pacientes do Centro Interdisciplinar em Diabetes (CENID, de ambos os sexos (masculino= 28; feminino=26) e idade de 7 a 19 anos, com diagnostico de DM1 há no mínimo 12 meses.
Foram obtidos dados sobre a idade, nível de atividade física (NAF), diagnóstico, método de insulinização, composição corporal e força de preensão manual por dinamometria.
A força foi categorizada de acordo com a idade e sexo em: déficit de força; força normal; e força elevada.
Independente do sexo, 53,7% da amostra apresentou déficit de força da mão dominante e 70,4% na mão não dominante.
O sexo masculino apresentou maior proporção de déficit de força de preensão manual, com 64,3% na mão dominante e 78,6% na mão não dominante.
As meninas apresentaram 42,3% de déficit de força na mão dominante e 61,5% na mão não dominante.
Em ambos os sexos foi observado eleva proporção de déficit de força, sendo este mais evidente na mão não dominante.
O baixo desempenho de força pode estar relacionado ao baixo nível de atividade física, pois, 92,5% foi classificada como sedentária.
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