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O DESCRÉDITO DISCURSIVO: PRÁTICA DOCENTE DA MULHER NEGRA
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O DESCRÉDITO DISCURSIVO: PRÁTICA DOCENTE DA MULHER NEGRA.
Resumo:
Neste trabalho procuramos refletir sobre a mulher negra docente e o descrédito discursivo em sua prática docente, quais os possíveis motivos? Como ele acontece? Assim, procuramos explorar as causas do descrédito discursivo na prática docente da mulher negra vinculados com o racismo e machismo estrutural que afetam o Brasil. Para tanto fizemos uma pesquisa bibliográfica e explorando preferencialmente autoras militantes do movimento negro brasileiro, como Djamila Ribeiro e Lélia Gonzáles para tentar explicar esse fenômeno desde a fase da escravização que se deu em meados do século XVI, e pontuando questões raciais ainda existentes no século XXI. Através das pesquisas realizadas observou-se que o feminismo universal não abrange as especificidades da mulher negra, e tampouco se fazem valer as leis de defesa étnico-raciais no Brasil. É preciso exatidão e objetividade quando se fala de gênero, e principalmente quando este é associado à raça, e à docência.
Palavras-chave: Professora Negra; Racismo estrutural; Prática docente.
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Title: O DESCRÉDITO DISCURSIVO: PRÁTICA DOCENTE DA MULHER NEGRA
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O DESCRÉDITO DISCURSIVO: PRÁTICA DOCENTE DA MULHER NEGRA.
Resumo:
Neste trabalho procuramos refletir sobre a mulher negra docente e o descrédito discursivo em sua prática docente, quais os possíveis motivos? Como ele acontece? Assim, procuramos explorar as causas do descrédito discursivo na prática docente da mulher negra vinculados com o racismo e machismo estrutural que afetam o Brasil.
Para tanto fizemos uma pesquisa bibliográfica e explorando preferencialmente autoras militantes do movimento negro brasileiro, como Djamila Ribeiro e Lélia Gonzáles para tentar explicar esse fenômeno desde a fase da escravização que se deu em meados do século XVI, e pontuando questões raciais ainda existentes no século XXI.
Através das pesquisas realizadas observou-se que o feminismo universal não abrange as especificidades da mulher negra, e tampouco se fazem valer as leis de defesa étnico-raciais no Brasil.
É preciso exatidão e objetividade quando se fala de gênero, e principalmente quando este é associado à raça, e à docência.
Palavras-chave: Professora Negra; Racismo estrutural; Prática docente.
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