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Avaliação de resiliência: Um estudo exploratório com pacientes oncológicos

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Resiliência é um processo dinâmico de resistência e adaptação a contextos adversos, que envolve múltiplos fatores de risco e de proteção. Trata-se, portanto, de problemática relevante para o campo da saúde – e particularmente em Oncologia –, pois amplia a compreensão sobre as condições que favorecem a sobrevivência. Sendo assim, realizou-se a avaliação de 15 pacientes com 29 e 49 anos de idade e em tratamento no Serviço de Oncologia do Hospital Universitário de Brasília. A pesquisa foi autorizada por comitê de ética e a coleta de dados abrangeu a aplicação de: um questionário sociodemográfico, a Escala de Resiliência de Wagnild e Young (adaptada para a população brasileira) e o Inventário de Resiliência proposto por Benevides-Pereira. Os resultados indicaram que nenhum paciente morava sozinho, sendo que a constante presença de familiares pode ter contribuído para a autoavaliação positiva estimada em 73,3% dos participantes. De acordo com os dados obtidos pela Escala de Resiliência, somente três indivíduos foram apontados como “menos resilientes”. No Inventário de Resiliência, os pacientes considerados resilientes apresentaram, em sua maioria, escores normais ou acima da média, ao passo que os menos resilientes tiveram escores na média. Apenas os fatores “inovação e tenacidade” e “assertividade” diferiram significativamente entre pacientes resilientes e não resilentes. Recomenda-se o desenvolvimento de mais estudos sobre resiliência em Oncologia, no intuito de subsidiar programas institucionais que assegurem e incrementem a qualidade de vida de pessoas acometidas por um câncer ao longo de seu ciclo de vida.
Title: Avaliação de resiliência: Um estudo exploratório com pacientes oncológicos
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Resiliência é um processo dinâmico de resistência e adaptação a contextos adversos, que envolve múltiplos fatores de risco e de proteção.
Trata-se, portanto, de problemática relevante para o campo da saúde – e particularmente em Oncologia –, pois amplia a compreensão sobre as condições que favorecem a sobrevivência.
Sendo assim, realizou-se a avaliação de 15 pacientes com 29 e 49 anos de idade e em tratamento no Serviço de Oncologia do Hospital Universitário de Brasília.
A pesquisa foi autorizada por comitê de ética e a coleta de dados abrangeu a aplicação de: um questionário sociodemográfico, a Escala de Resiliência de Wagnild e Young (adaptada para a população brasileira) e o Inventário de Resiliência proposto por Benevides-Pereira.
Os resultados indicaram que nenhum paciente morava sozinho, sendo que a constante presença de familiares pode ter contribuído para a autoavaliação positiva estimada em 73,3% dos participantes.
De acordo com os dados obtidos pela Escala de Resiliência, somente três indivíduos foram apontados como “menos resilientes”.
No Inventário de Resiliência, os pacientes considerados resilientes apresentaram, em sua maioria, escores normais ou acima da média, ao passo que os menos resilientes tiveram escores na média.
Apenas os fatores “inovação e tenacidade” e “assertividade” diferiram significativamente entre pacientes resilientes e não resilentes.
Recomenda-se o desenvolvimento de mais estudos sobre resiliência em Oncologia, no intuito de subsidiar programas institucionais que assegurem e incrementem a qualidade de vida de pessoas acometidas por um câncer ao longo de seu ciclo de vida.

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