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CADEIA DE COMERCIALIZAÇÃO DA UVA DE MESA NO VALE DO SÃO FRANCISCO: QUALIDADE, RASTREABILIDADE E EXIGÊNCIAS DOS MERCADOS INTERNACIONAIS
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A cadeia de comercialização da uva de mesa no Vale do São Francisco ocupa posição estratégica na fruticultura irrigada brasileira, devido à sua capacidade produtiva, inserção em mercados nacionais e internacionais e relevância econômica para o semiárido. Este estudo teve como objetivo analisar a estrutura dessa cadeia, com ênfase nas exigências de qualidade, certificação e rastreabilidade que condicionam o acesso aos mercados consumidores. Metodologicamente, trata-se de uma revisão bibliográfica narrativa, desenvolvida a partir da análise qualitativa de literatura científica e documentos técnicos sobre fruticultura, cadeias agroalimentares, comércio internacional de frutas e governança. Os resultados indicam que a comercialização exerce papel estruturante na organização da cadeia produtiva, influenciando práticas de manejo, logística e controle pós-colheita. Destaca-se o papel das packing houses e das empresas exportadoras na coordenação do fluxo de produtos, informações e padrões técnicos exigidos pelo mercado. A literatura evidencia que certificações agrícolas, sistemas de rastreabilidade e controle de resíduos são instrumentos centrais para a competitividade da uva de mesa, especialmente na exportação. Pequenos e médios produtores, no entanto, enfrentam limitações para atender a essas exigências, reforçando a importância da assistência técnica, da organização coletiva e da governança da cadeia.
Title: CADEIA DE COMERCIALIZAÇÃO DA UVA DE MESA NO VALE DO SÃO FRANCISCO: QUALIDADE, RASTREABILIDADE E EXIGÊNCIAS DOS MERCADOS INTERNACIONAIS
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A cadeia de comercialização da uva de mesa no Vale do São Francisco ocupa posição estratégica na fruticultura irrigada brasileira, devido à sua capacidade produtiva, inserção em mercados nacionais e internacionais e relevância econômica para o semiárido.
Este estudo teve como objetivo analisar a estrutura dessa cadeia, com ênfase nas exigências de qualidade, certificação e rastreabilidade que condicionam o acesso aos mercados consumidores.
Metodologicamente, trata-se de uma revisão bibliográfica narrativa, desenvolvida a partir da análise qualitativa de literatura científica e documentos técnicos sobre fruticultura, cadeias agroalimentares, comércio internacional de frutas e governança.
Os resultados indicam que a comercialização exerce papel estruturante na organização da cadeia produtiva, influenciando práticas de manejo, logística e controle pós-colheita.
Destaca-se o papel das packing houses e das empresas exportadoras na coordenação do fluxo de produtos, informações e padrões técnicos exigidos pelo mercado.
A literatura evidencia que certificações agrícolas, sistemas de rastreabilidade e controle de resíduos são instrumentos centrais para a competitividade da uva de mesa, especialmente na exportação.
Pequenos e médios produtores, no entanto, enfrentam limitações para atender a essas exigências, reforçando a importância da assistência técnica, da organização coletiva e da governança da cadeia.
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