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Quantificação de componentes monocíclicos da antracnose do feijoeiro
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Foram realizados experimentos em ambiente controlado, em câmaras de crescimento, para a antracnose do feijoeiro (Phaseolus vulgaris) causada por Colletotrichum lindemuthianum, em duas cultivares, Rosinha e Carioca, para a quantificação de componentes monocíclicos. Os componentes monocíclicos avaliados foram período de incubação e severidade da doença, sob as temperaturas de 6, 10, 14, 17, 21, 25, 29 e 33 ºC. A antracnose não se desenvolveu nas temperaturas de 6 e 33 ºC. A severidade foi mais elevada a 17 ºC e o menor período de incubação ocorreu a 29 ºC, para a cv. Rosinha, e 25 ºC para a cv. Carioca. A função beta generalizada mostrou bom ajuste aos dados de temperatura. O efeito do período de molhamento foliar (5, 6, 12, 18, 24, 30, 36, 42, 48 e 54 h) na severidade da doença também foi avaliado. Não houve incremento na severidade da antracnose do feijoeiro para períodos de molhamento superiores a 24 h. As variações de severidade da antracnose do feijoeiro, em relação ao número de horas de molhamento foliar, foram explicadas pelo modelo de Richards. A função Beta-Richards explicou o efeito combinado da temperatura e duração do molhamento foliar na severidade da antracnose do feijoeiro para ambas as cultivares.
FapUNIFESP (SciELO)
Title: Quantificação de componentes monocíclicos da antracnose do feijoeiro
Description:
Foram realizados experimentos em ambiente controlado, em câmaras de crescimento, para a antracnose do feijoeiro (Phaseolus vulgaris) causada por Colletotrichum lindemuthianum, em duas cultivares, Rosinha e Carioca, para a quantificação de componentes monocíclicos.
Os componentes monocíclicos avaliados foram período de incubação e severidade da doença, sob as temperaturas de 6, 10, 14, 17, 21, 25, 29 e 33 ºC.
A antracnose não se desenvolveu nas temperaturas de 6 e 33 ºC.
A severidade foi mais elevada a 17 ºC e o menor período de incubação ocorreu a 29 ºC, para a cv.
Rosinha, e 25 ºC para a cv.
Carioca.
A função beta generalizada mostrou bom ajuste aos dados de temperatura.
O efeito do período de molhamento foliar (5, 6, 12, 18, 24, 30, 36, 42, 48 e 54 h) na severidade da doença também foi avaliado.
Não houve incremento na severidade da antracnose do feijoeiro para períodos de molhamento superiores a 24 h.
As variações de severidade da antracnose do feijoeiro, em relação ao número de horas de molhamento foliar, foram explicadas pelo modelo de Richards.
A função Beta-Richards explicou o efeito combinado da temperatura e duração do molhamento foliar na severidade da antracnose do feijoeiro para ambas as cultivares.
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