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PREVALÊNCIA DE GENÓTIPOS DO PAPILOMAVÍRUS HUMANO (HPV) NA ROTIN

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Objetivo: Avaliar a prevalência dos genótipos de papilomavírus humano (HPV) processados em um laboratório durante o período de janeiro a dezembro de 2021. Método: O estudo avaliou 5879 amostras coletadas e processadas durante o período estudado. As amostras contemplam diversas regiões do país. A detecção dos genótipos do HPV foi realizada através de método de qPCR multiplex com a genotipagem para 28 tipos de HPV, sendo 19 para alto risco (16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 66, 68, 69, 73, 82) e nove para baixo risco (6, 11, 40, 42, 43, 44, 54, 61, 70). Conclusão: Do total de amostras analisadas, 3154 apresentaram resultado não detectado (53,65%) e 2725, resultado detectado (46,35%) para painel de 28 genótipos do HPV. Os genótipos mais prevalentes de alto risco detectados foram 53 (17,17%), 16 (12,99%), 52 (12,81%), 68 (12,51%) e 51 (12,33%). Os genótipos mais prevalentes de baixo risco foram 42 (14,72%), 54 (11,41%), 61 (9,28%), 43 (6,75%) e 44 (6,64%). Verificou-se que 994 amostras (36,47%) apresentaram positividade para mais de um genótipo. Na literatura, alguns estudos de prevalência realizados no Brasil encontraram os genótipos 16 e 18 no estudo de Rodrigues et al. (2021); 52, 16, 62, 89 e 61 na população jovem no estudo de Wendland et al. (2020) e os genótipos 6, 11, 16, 18 e 33 no estudo de Peder et al. (2018). As diferenças entre os genótipos mais prevalentes obtidos pelo laboratório, com exceção do genótipo 16, que esteve presente em todos os estudos, diferiram dos estudos brasileiros realizados devido às características das populações estudadas e às regiões em que essas populações estão localizadas. De modo geral, a prevalência encontrada no estudo é alta (46,35%), corroborando a prevalência de 54,6% obtida pelo estudo brasileiro POP-Brasil, conduzido pelo Ministério da Saúde de 2017. Referências: POP-Brasil. Estudo epidemiológico sobre a prevalência nacional de infecção pelo HPV. Associação Hospitalar Moinhos de Vento e PROADI-SUS. Porto Alegre. 2017.
Zeppelini Editorial e Comunicação
Title: PREVALÊNCIA DE GENÓTIPOS DO PAPILOMAVÍRUS HUMANO (HPV) NA ROTIN
Description:
Objetivo: Avaliar a prevalência dos genótipos de papilomavírus humano (HPV) processados em um laboratório durante o período de janeiro a dezembro de 2021.
Método: O estudo avaliou 5879 amostras coletadas e processadas durante o período estudado.
As amostras contemplam diversas regiões do país.
A detecção dos genótipos do HPV foi realizada através de método de qPCR multiplex com a genotipagem para 28 tipos de HPV, sendo 19 para alto risco (16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 66, 68, 69, 73, 82) e nove para baixo risco (6, 11, 40, 42, 43, 44, 54, 61, 70).
Conclusão: Do total de amostras analisadas, 3154 apresentaram resultado não detectado (53,65%) e 2725, resultado detectado (46,35%) para painel de 28 genótipos do HPV.
Os genótipos mais prevalentes de alto risco detectados foram 53 (17,17%), 16 (12,99%), 52 (12,81%), 68 (12,51%) e 51 (12,33%).
Os genótipos mais prevalentes de baixo risco foram 42 (14,72%), 54 (11,41%), 61 (9,28%), 43 (6,75%) e 44 (6,64%).
Verificou-se que 994 amostras (36,47%) apresentaram positividade para mais de um genótipo.
Na literatura, alguns estudos de prevalência realizados no Brasil encontraram os genótipos 16 e 18 no estudo de Rodrigues et al.
(2021); 52, 16, 62, 89 e 61 na população jovem no estudo de Wendland et al.
(2020) e os genótipos 6, 11, 16, 18 e 33 no estudo de Peder et al.
(2018).
As diferenças entre os genótipos mais prevalentes obtidos pelo laboratório, com exceção do genótipo 16, que esteve presente em todos os estudos, diferiram dos estudos brasileiros realizados devido às características das populações estudadas e às regiões em que essas populações estão localizadas.
De modo geral, a prevalência encontrada no estudo é alta (46,35%), corroborando a prevalência de 54,6% obtida pelo estudo brasileiro POP-Brasil, conduzido pelo Ministério da Saúde de 2017.
Referências: POP-Brasil.
Estudo epidemiológico sobre a prevalência nacional de infecção pelo HPV.
Associação Hospitalar Moinhos de Vento e PROADI-SUS.
Porto Alegre.
2017.

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