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EXAME SOBRE A AUTOPERCEPÇÃO DE MANIFESTAÇÕES DE VIOLÊNCIA SIMBÓLICA CONTRA MEMBROS DE RELIGIÕES DE MATRIZ AFRICANAS NO BRASIL

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O artigo explora a violência simbólica enfrentada por praticantes de religiões de matriz africana no Brasil, destacando sua complexidade no contexto social e religioso. A violência simbólica é aqui definida como a imposição de significados e valores culturais que legitimam desigualdades de poder. Para entender esse fenômeno, o estudo, utiliza a metodologia da triangulação, combinando revisão integrativa da bibliografia, pesquisa de campo, com questionários auto aplicados com questões fechadas e uso da escala Likert de 5 pontos, e a técnica estatística da análise fatorial. Os resultados do inquérito realizado revelam nuances importantes na percepção da violência simbólica pelos praticantes de religiões de matriz africana, enquanto a análise fatorial dos dados obtidos identificou vários fatores que evidenciam a discriminação enfrentada por esses praticantes. As principais manifestações da violência simbólica percebidas incluem: preconceito e discriminação; discriminação institucionalizada; ausência de políticas públicas; e práticas disfarçadas que visam a autopreservação de imagem. Pelo exposto, as conclusões do estudo revelam que a violência simbólica contra praticantes de religiões de matriz africana no Brasil é multifacetada e profundamente enraizada nas estruturas sociais e institucionais do país. Ela se manifesta seja pelo preconceito e pela discriminação, afetando o cotidiano e perpetuando a violência simbólica contra praticantes e as próprias religiões de matriz africana.
Title: EXAME SOBRE A AUTOPERCEPÇÃO DE MANIFESTAÇÕES DE VIOLÊNCIA SIMBÓLICA CONTRA MEMBROS DE RELIGIÕES DE MATRIZ AFRICANAS NO BRASIL
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O artigo explora a violência simbólica enfrentada por praticantes de religiões de matriz africana no Brasil, destacando sua complexidade no contexto social e religioso.
A violência simbólica é aqui definida como a imposição de significados e valores culturais que legitimam desigualdades de poder.
Para entender esse fenômeno, o estudo, utiliza a metodologia da triangulação, combinando revisão integrativa da bibliografia, pesquisa de campo, com questionários auto aplicados com questões fechadas e uso da escala Likert de 5 pontos, e a técnica estatística da análise fatorial.
Os resultados do inquérito realizado revelam nuances importantes na percepção da violência simbólica pelos praticantes de religiões de matriz africana, enquanto a análise fatorial dos dados obtidos identificou vários fatores que evidenciam a discriminação enfrentada por esses praticantes.
As principais manifestações da violência simbólica percebidas incluem: preconceito e discriminação; discriminação institucionalizada; ausência de políticas públicas; e práticas disfarçadas que visam a autopreservação de imagem.
Pelo exposto, as conclusões do estudo revelam que a violência simbólica contra praticantes de religiões de matriz africana no Brasil é multifacetada e profundamente enraizada nas estruturas sociais e institucionais do país.
Ela se manifesta seja pelo preconceito e pela discriminação, afetando o cotidiano e perpetuando a violência simbólica contra praticantes e as próprias religiões de matriz africana.

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