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“O que eu era e o que eu sou”
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Introdução: O Lúpus Eritematoso Sistêmico é uma doença inflamatória crônica, de causa ainda desconhecida e de natureza autoimune. Pode evoluir com manifestações dermatológicas, incidindo mais frequentemente em mulheres jovens, em fase reprodutiva (SATO et al., 2004).O envolvimento dermatológicogera insatisfações tanto estéticas como psicológicas nos pacientes acometidos. Este trabalho objetiva analisar como o indivíduo portador de Lúpus Eritematoso Sistêmico constrói sua própria identidade pessoal e social frente à doença, presumindo que as alterações visíveis compreendem uma importante forma de visualização e distorção da autoimagem. Objetivos: O presente trabalho tem o objetivo de compreender as alterações dermatológicas provocadas pela doença referida. Em face disso, a questão central busca a associação das alterações dermatológicas relacionadas ao Lúpus Eritematoso Sistêmico e sua repercussão psicossocial. Metodologia: É um estudo de natureza qualitativa que visa analisar as alterações dermatológicas relacionadas à imagem corporal no Lúpus Eritematoso Sistêmico. A estratégia utilizada será uma entrevista realizada na Policlínica de Especialidades Doutor André Sarmento Bianco, do UniFOA, que possui pacientes em atendimento ambulatorial para a devida doença. O critério para seleção dos participantes será: ser portador do LES, estar em atendimento laboratorial, residir na cidade de Volta Redonda – RJ ou Barra Mansa – RJ e ter disposição para participar da pesquisa. Serão entrevistados 10 participantes que assinarão o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), como requerido pelo Comitê de Ética. As entrevistas serão feitas individualmente, gravadas em áudio, para posterior transcrição e análise, garantindo o absoluto sigilo das informações. Serão incluídos livros acadêmicos e artigos científicos de revisão em bases de dados como do Scielo, Pubmed, Google acadêmico e Biblioteca Virtual em Saúde sobre o tema abordado, a fim de se obter um respaldo teórico. Resultados Esperados: Espera-se realizar o mapeamento das importantes alterações físico-emocionais relacionadas ao Lúpus Eritematoso Sistêmico, justificado pelo pressuposto de que a imagem corporal representa o sistema simbólico que forma a identidade pessoal e social (ANDRADE, 2003) e compreender como as alterações dermatológicas causadas pelo Lúpus Eritematoso Sistêmico constituemimportante forma de visualização e distorção da autoimagem. Acredita-se que, nessa relação dialógica, possibilitada pela entrevista, os maiores beneficiados devem ser os próprios participantes da pesquisa, decorrente da necessidade dos pacientes de compartilhar informações e experiências, bem como buscarem melhores formas de tratamento. O papel do profissional da saúde deve não apenas se ligar ao diagnóstico e tratamento, mas também se propor a ouvir e acolher o sujeito, propiciando uma reflexão sobre sua experiência e auxiliando na elaboração dos seus sentidos.
Fundacao Oswaldo Aranha - FOA
Title: “O que eu era e o que eu sou”
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Introdução: O Lúpus Eritematoso Sistêmico é uma doença inflamatória crônica, de causa ainda desconhecida e de natureza autoimune.
Pode evoluir com manifestações dermatológicas, incidindo mais frequentemente em mulheres jovens, em fase reprodutiva (SATO et al.
, 2004).
O envolvimento dermatológicogera insatisfações tanto estéticas como psicológicas nos pacientes acometidos.
Este trabalho objetiva analisar como o indivíduo portador de Lúpus Eritematoso Sistêmico constrói sua própria identidade pessoal e social frente à doença, presumindo que as alterações visíveis compreendem uma importante forma de visualização e distorção da autoimagem.
Objetivos: O presente trabalho tem o objetivo de compreender as alterações dermatológicas provocadas pela doença referida.
Em face disso, a questão central busca a associação das alterações dermatológicas relacionadas ao Lúpus Eritematoso Sistêmico e sua repercussão psicossocial.
Metodologia: É um estudo de natureza qualitativa que visa analisar as alterações dermatológicas relacionadas à imagem corporal no Lúpus Eritematoso Sistêmico.
A estratégia utilizada será uma entrevista realizada na Policlínica de Especialidades Doutor André Sarmento Bianco, do UniFOA, que possui pacientes em atendimento ambulatorial para a devida doença.
O critério para seleção dos participantes será: ser portador do LES, estar em atendimento laboratorial, residir na cidade de Volta Redonda – RJ ou Barra Mansa – RJ e ter disposição para participar da pesquisa.
Serão entrevistados 10 participantes que assinarão o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), como requerido pelo Comitê de Ética.
As entrevistas serão feitas individualmente, gravadas em áudio, para posterior transcrição e análise, garantindo o absoluto sigilo das informações.
Serão incluídos livros acadêmicos e artigos científicos de revisão em bases de dados como do Scielo, Pubmed, Google acadêmico e Biblioteca Virtual em Saúde sobre o tema abordado, a fim de se obter um respaldo teórico.
Resultados Esperados: Espera-se realizar o mapeamento das importantes alterações físico-emocionais relacionadas ao Lúpus Eritematoso Sistêmico, justificado pelo pressuposto de que a imagem corporal representa o sistema simbólico que forma a identidade pessoal e social (ANDRADE, 2003) e compreender como as alterações dermatológicas causadas pelo Lúpus Eritematoso Sistêmico constituemimportante forma de visualização e distorção da autoimagem.
Acredita-se que, nessa relação dialógica, possibilitada pela entrevista, os maiores beneficiados devem ser os próprios participantes da pesquisa, decorrente da necessidade dos pacientes de compartilhar informações e experiências, bem como buscarem melhores formas de tratamento.
O papel do profissional da saúde deve não apenas se ligar ao diagnóstico e tratamento, mas também se propor a ouvir e acolher o sujeito, propiciando uma reflexão sobre sua experiência e auxiliando na elaboração dos seus sentidos.
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