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Leitura caleidoscópica da natureza: o encontro de Barros e Mancuso
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Álvaro Lins foi um dos maiores nomes da crítica literária brasileira entre os decênios de 40 e 60. Atuando no jornal carioca Correio da Manhã, entre os anos de 1941 e 1963, Lins publicou semanalmente textos críticos cuja função principal era analisar as obras de escritores estreantes e, ademais, levantar discussões pertinentes sobre temas literários. Além de tecer comentários críticos acerca das obras literárias, Álvaro Lins também publicou uma série de artigos nos quais procurava investigar o papel da própria crítica literária. Mais do que simples crítica impressionista, como viria a ser reconhecido, posteriormente, o seu trabalho, Lins entendia a crítica como uma atividade intelectual interligada a um espírito livre que se dispõe a comentar, a analisar e, sobretudo, a julgar as obras literárias. Procurando analisar os seus textos meta-críticos, o presente artigo tem por objetivo investigar a importância da crítica literária para Álvaro Lins e, principalmente, demonstrar como ele concebia o trabalho crítico em si. Em tempos tíbios, marcados por uma crítica que se despe, muitas vezes, de qualquer ato criativo e sensibilidade interpretativa, regressar ao pensamento de Lins torna-se uma espécie de manual de sobrevivência para críticos vindouros e, até mesmo, um meio de se compreender o desencantamento que envolve a crítica literária atual.
Title: Leitura caleidoscópica da natureza: o encontro de Barros e Mancuso
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Álvaro Lins foi um dos maiores nomes da crítica literária brasileira entre os decênios de 40 e 60.
Atuando no jornal carioca Correio da Manhã, entre os anos de 1941 e 1963, Lins publicou semanalmente textos críticos cuja função principal era analisar as obras de escritores estreantes e, ademais, levantar discussões pertinentes sobre temas literários.
Além de tecer comentários críticos acerca das obras literárias, Álvaro Lins também publicou uma série de artigos nos quais procurava investigar o papel da própria crítica literária.
Mais do que simples crítica impressionista, como viria a ser reconhecido, posteriormente, o seu trabalho, Lins entendia a crítica como uma atividade intelectual interligada a um espírito livre que se dispõe a comentar, a analisar e, sobretudo, a julgar as obras literárias.
Procurando analisar os seus textos meta-críticos, o presente artigo tem por objetivo investigar a importância da crítica literária para Álvaro Lins e, principalmente, demonstrar como ele concebia o trabalho crítico em si.
Em tempos tíbios, marcados por uma crítica que se despe, muitas vezes, de qualquer ato criativo e sensibilidade interpretativa, regressar ao pensamento de Lins torna-se uma espécie de manual de sobrevivência para críticos vindouros e, até mesmo, um meio de se compreender o desencantamento que envolve a crítica literária atual.
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