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ABUSO DE DROGAS DURANTE O PERÍODO GESTACIONAL
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O uso de drogas lícitas e ilícitas vem aumentando de forma incisiva em todas as faixas etárias, mas a que apresenta maior risco à vida é, para a mulher gestante, com faixa etária entre 18 e 39 anos. Grávidas que não fazem uso de substâncias lícitas e/ou ilícitas podem ter algumas complicações durante a gestação de forma natural, porém com o uso de drogas os riscos aumentam consideravelmente. Uma vez que, o abuso das substâncias acima citadas, estão relacionadas diretamente com a má formação do feto, e outras complicações. Estudos recentes mostram que substâncias presentes nas drogas, conseguem ultrapassar a barreira placentária causando danos irreparáveis ao feto. O objetivo geral desta pesquisa foi verificar as principais drogas usadas pelas gestantes e quais suas consequências para o feto. A metodologia apresentada neste texto, é de revisões bibliográficas baseada nos descritores “drogas mais utilizadas durante a gravidez” e “os malefícios do abuso de drogas para o feto”, feitos no site da Scielo. Os fatores de inclusão foram artigos de língua portuguesa e inglesa de 2016 a 2023, portanto a interação metodológica é de cunho qualitativo. Os resultados apresentados foram, que as drogas lícitas mais utilizadas por gestantes são cigarro, seguida pelo álcool. Usuárias de álcool e cigarro em muitos dos casos não diminuíram ou cessaram uso, mesmo depois da descoberta da gravidez, estudos evidenciam que o uso de tabaco tem causado problemas respiratórios como rinite, sinusite, asma e bronquite, sobre o álcool não há muitas pesquisas científicas sobre o que pode acarretar ao feto. Já no caso de drogas ilícitas, as mais utilizadas foram maconha, seguida pela cocaína. O delta-9-tetrahidrocanabinol tem grande facilidade de ultrapassar a barreira placentária causando restrição de crescimento fetal e nascimento prematuro, já o caso da cocaína pode ser mais grave para o feto, já que essa pode gerar retardamento intelectual, aumento da pressão intravascular e síndrome de abstinência no RN. Outro fato que ficou evidente durante a pesquisa foi o fato de que as gestantes omitem que fazem uso de drogas tanto lícitas quanto ilícitas, dificultando assim, a identificação. Os profissionais de saúde têm papel fundamental na identificação de possíveis usuárias, e aplicação de campanhas de conscientização a fim de diminuir e/ou cessar o uso de drogas, além de explicar os malefícios que isso traz para a criança e gestante.
Uniandrade Centro Universitario Campos de Andrade
Title: ABUSO DE DROGAS DURANTE O PERÍODO GESTACIONAL
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O uso de drogas lícitas e ilícitas vem aumentando de forma incisiva em todas as faixas etárias, mas a que apresenta maior risco à vida é, para a mulher gestante, com faixa etária entre 18 e 39 anos.
Grávidas que não fazem uso de substâncias lícitas e/ou ilícitas podem ter algumas complicações durante a gestação de forma natural, porém com o uso de drogas os riscos aumentam consideravelmente.
Uma vez que, o abuso das substâncias acima citadas, estão relacionadas diretamente com a má formação do feto, e outras complicações.
Estudos recentes mostram que substâncias presentes nas drogas, conseguem ultrapassar a barreira placentária causando danos irreparáveis ao feto.
O objetivo geral desta pesquisa foi verificar as principais drogas usadas pelas gestantes e quais suas consequências para o feto.
A metodologia apresentada neste texto, é de revisões bibliográficas baseada nos descritores “drogas mais utilizadas durante a gravidez” e “os malefícios do abuso de drogas para o feto”, feitos no site da Scielo.
Os fatores de inclusão foram artigos de língua portuguesa e inglesa de 2016 a 2023, portanto a interação metodológica é de cunho qualitativo.
Os resultados apresentados foram, que as drogas lícitas mais utilizadas por gestantes são cigarro, seguida pelo álcool.
Usuárias de álcool e cigarro em muitos dos casos não diminuíram ou cessaram uso, mesmo depois da descoberta da gravidez, estudos evidenciam que o uso de tabaco tem causado problemas respiratórios como rinite, sinusite, asma e bronquite, sobre o álcool não há muitas pesquisas científicas sobre o que pode acarretar ao feto.
Já no caso de drogas ilícitas, as mais utilizadas foram maconha, seguida pela cocaína.
O delta-9-tetrahidrocanabinol tem grande facilidade de ultrapassar a barreira placentária causando restrição de crescimento fetal e nascimento prematuro, já o caso da cocaína pode ser mais grave para o feto, já que essa pode gerar retardamento intelectual, aumento da pressão intravascular e síndrome de abstinência no RN.
Outro fato que ficou evidente durante a pesquisa foi o fato de que as gestantes omitem que fazem uso de drogas tanto lícitas quanto ilícitas, dificultando assim, a identificação.
Os profissionais de saúde têm papel fundamental na identificação de possíveis usuárias, e aplicação de campanhas de conscientização a fim de diminuir e/ou cessar o uso de drogas, além de explicar os malefícios que isso traz para a criança e gestante.
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