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Exigências de proteína de bovinos anelorados em pastejo
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Objetivou-se determinar as exigências proteicas de bovinos anelorados sob pastejo em cinco piquetes de Brachiaria decumbens. Utilizaram-se 27 animais não-castrados, com peso corporal (PC) médio inicial de 311,0 kg e idade média de 14 meses. Três animais foram abatidos após o período de adaptação para servirem como referência para as estimativas do peso de corpo vazio (PCVZ) e da composição corporal iniciais dos animais mantidos no experimento. Dos 24 animais restantes, quatro foram designados ao grupo mantença, que teve tempo de pastejo restrito. Os 20 demais foram distribuídos em quatro tratamentos: mistura mineral, autocontrole e duas frequências de alimentação: três vezes/semana (às segunda, quartas e sextas-feiras) ou diariamente. As exigências líquidas de proteína para ganho diminuíram com o aumento do peso vivo (PV) dos animais. A exigência líquida de proteína encontrada para um animal com peso corporal de 250 kg foi de 153,71 g/kg GPCVZ, enquanto para um animal de 400 kg foi de 141,86 g/kg GPCVZ. A seguinte equação foi obtida para estimativa da proteína retida em relação ao ganho de peso vivo em jejum (GPVJ) e da energia retida (ER): PR (g/dia) = -34,6109 + 257,956*GPVJ – 17,01*ER. As exigências de proteína metabolizável estimadas para mantença e ganho de peso foram de 357,77 e 288,33 g/kg PC, respectivamente, para um bovino não-castrado de 400 kg de PC sob pastejo. Animais que consomem suplementos proteicos apresentam maiores exigências de proteína degradável no rúmen (PDR) em comparação a animais sem suplementação, em virtude do maior consumo de nutrientes digestíveis totais. Para um animal de 400 kg de PV sob suplementação, as exigências de proteína degradável no rúmen e proteína não-degradável no rúmen são de 764,22 e 73,89, respectivamente, que correspondem à exigência de proteína bruta de 838,10 g/dia.
Title: Exigências de proteína de bovinos anelorados em pastejo
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Objetivou-se determinar as exigências proteicas de bovinos anelorados sob pastejo em cinco piquetes de Brachiaria decumbens.
Utilizaram-se 27 animais não-castrados, com peso corporal (PC) médio inicial de 311,0 kg e idade média de 14 meses.
Três animais foram abatidos após o período de adaptação para servirem como referência para as estimativas do peso de corpo vazio (PCVZ) e da composição corporal iniciais dos animais mantidos no experimento.
Dos 24 animais restantes, quatro foram designados ao grupo mantença, que teve tempo de pastejo restrito.
Os 20 demais foram distribuídos em quatro tratamentos: mistura mineral, autocontrole e duas frequências de alimentação: três vezes/semana (às segunda, quartas e sextas-feiras) ou diariamente.
As exigências líquidas de proteína para ganho diminuíram com o aumento do peso vivo (PV) dos animais.
A exigência líquida de proteína encontrada para um animal com peso corporal de 250 kg foi de 153,71 g/kg GPCVZ, enquanto para um animal de 400 kg foi de 141,86 g/kg GPCVZ.
A seguinte equação foi obtida para estimativa da proteína retida em relação ao ganho de peso vivo em jejum (GPVJ) e da energia retida (ER): PR (g/dia) = -34,6109 + 257,956*GPVJ – 17,01*ER.
As exigências de proteína metabolizável estimadas para mantença e ganho de peso foram de 357,77 e 288,33 g/kg PC, respectivamente, para um bovino não-castrado de 400 kg de PC sob pastejo.
Animais que consomem suplementos proteicos apresentam maiores exigências de proteína degradável no rúmen (PDR) em comparação a animais sem suplementação, em virtude do maior consumo de nutrientes digestíveis totais.
Para um animal de 400 kg de PV sob suplementação, as exigências de proteína degradável no rúmen e proteína não-degradável no rúmen são de 764,22 e 73,89, respectivamente, que correspondem à exigência de proteína bruta de 838,10 g/dia.
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