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EXPERIMENTO OBSERVACIONAL DE COMPORTAMENTO DE BOVINOS FISTULADOS EM CONFINAMENTO
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Introdução: O comportamento animal é determinado por fatores genéticos e ambientais, assim como
outras características fenotípicas, sendo um processo sensível e dinâmico às variações físicas do
ambiente e aos estímulos sociais. Compreender os princípios fundamentais do comportamento dos
bovinos possibilita um manejo mais eficaz desses animais, promovendo o bem-estar tanto dos bovinos
quanto dos humanos. Essa compreensão contribui para melhores condições de trabalho, maior
eficiência no manejo e, consequentemente, aprimoramento do desempenho. Existem poucos registros
de estudos comportamentais realizados especificamente com bovinos fistulados na literatura científica
disponível. Objetivos: Identificar e compreender o comportamento de machos bovinos fistulados em
sistema de confinamento durante diferentes meses do ano, visando aprofundar o entendimento sobre
esses animais e contribuir com a literatura científica. Material e Métodos: Foram observados 5
machos bovinos fistulados da raça Nelore, com idades de 8 a 10 anos, entre dezembro de 2023 e abril
de 2024. Foram realizadas 5 avaliações/animal de comportamento (micção, defecação, vocalização,
reatividade, ruminando, comendo, bebendo, posição em pé e deitado) pelo método focal, com 8
análises cada, durante 3 meses de verão e 2 meses de outono. As observações visuais das atividades e
posicionamentos foram registradas a cada 10 minutos e, posteriormente, analisadas por estatística
descritiva. (CEUA 1900026). Resultados e Discussão: Em dezembro e fevereiro, os animais ficaram
mais em pé, possivelmente devido ao calor. A literatura científica indica que que bovinos em climas
quentes preferem ruminar em pé, porém indica também que bovinos que ficam muito tempo em pé
ruminam menos e gastam mais energia para se locomover, além de reduzirem o consumo de alimento.
Em março e abril, com temperaturas amenas, os animais passaram mais tempo deitados,
consequentemente a posição deitada foi diminuída em seu tempo. Apenas um animal vocalizou e foi
reativo negativo durante esse experimento o que levou a considerar ser um comportamento individual.
Conclusão: A análise do comportamento dos bovinos fistulados em confinamento mostrou uma
distribuição esperada das atividades. No entanto, é importante realizar estudos de ambiência adicionais
para verificar se os animais estão sob estresse calórico.
Title: EXPERIMENTO OBSERVACIONAL DE COMPORTAMENTO DE BOVINOS FISTULADOS EM CONFINAMENTO
Description:
Introdução: O comportamento animal é determinado por fatores genéticos e ambientais, assim como
outras características fenotípicas, sendo um processo sensível e dinâmico às variações físicas do
ambiente e aos estímulos sociais.
Compreender os princípios fundamentais do comportamento dos
bovinos possibilita um manejo mais eficaz desses animais, promovendo o bem-estar tanto dos bovinos
quanto dos humanos.
Essa compreensão contribui para melhores condições de trabalho, maior
eficiência no manejo e, consequentemente, aprimoramento do desempenho.
Existem poucos registros
de estudos comportamentais realizados especificamente com bovinos fistulados na literatura científica
disponível.
Objetivos: Identificar e compreender o comportamento de machos bovinos fistulados em
sistema de confinamento durante diferentes meses do ano, visando aprofundar o entendimento sobre
esses animais e contribuir com a literatura científica.
Material e Métodos: Foram observados 5
machos bovinos fistulados da raça Nelore, com idades de 8 a 10 anos, entre dezembro de 2023 e abril
de 2024.
Foram realizadas 5 avaliações/animal de comportamento (micção, defecação, vocalização,
reatividade, ruminando, comendo, bebendo, posição em pé e deitado) pelo método focal, com 8
análises cada, durante 3 meses de verão e 2 meses de outono.
As observações visuais das atividades e
posicionamentos foram registradas a cada 10 minutos e, posteriormente, analisadas por estatística
descritiva.
(CEUA 1900026).
Resultados e Discussão: Em dezembro e fevereiro, os animais ficaram
mais em pé, possivelmente devido ao calor.
A literatura científica indica que que bovinos em climas
quentes preferem ruminar em pé, porém indica também que bovinos que ficam muito tempo em pé
ruminam menos e gastam mais energia para se locomover, além de reduzirem o consumo de alimento.
Em março e abril, com temperaturas amenas, os animais passaram mais tempo deitados,
consequentemente a posição deitada foi diminuída em seu tempo.
Apenas um animal vocalizou e foi
reativo negativo durante esse experimento o que levou a considerar ser um comportamento individual.
Conclusão: A análise do comportamento dos bovinos fistulados em confinamento mostrou uma
distribuição esperada das atividades.
No entanto, é importante realizar estudos de ambiência adicionais
para verificar se os animais estão sob estresse calórico.
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