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O ensino sobre o uso racional de medicamentos para estudantes do ensino fundamental e ensino médio
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INTRODUÇÃO: Dentre as práticas abordadas no uso racional de medicamentos, a automedicação se sobressai como uma das mais preocupantes. No Brasil, segundo dados da Associação Brasileira de Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), aproximadamente 80 milhões de pessoas fazem uso de medicamentos por conta própria, sem acompanhamento de um profissional da saúde. Uma das principais razões está relacionada a falta de acesso a informações confiáveis sobre medicamentos. Tendo isso em vista, o ambiente escolar é altamente oportuno para o desenvolvimento de abordagens voltadas para estudantes do ensino fundamental e ensino médio. Um exemplo de intervenção de educação em saúde para esse público em especial, é a implementação de conteúdos de saúde em livros didáticos, pois estes constituem uma fonte de informação segura disponível para os estudantes. OBJETIVO: Abordar ferramentas de ensino para a educação sobre o uso racional de medicamentos (URM) para crianças e adolescentes em idade escolar. MATERIAL E MÉTODOS: A presente revisão integrativa da literatura foi realizada de forma a sintetizar resultados de pesquisas científicas, obtidas por meio de ampla busca nas seguintes bases de dados: PubMed®, Scielo e Google Acadêmico , assim como publicações técnico-científicas disponibilizadas em sites de instituições governamentais brasileiras e internacionais. Os idiomas utilizados na busca foram Inglês e Português. RESULTADOS: A análise dos resultados dos estudos selecionados demonstraram que o conhecimento e as atitudes de crianças e adolescentes em relação aos medicamentos é superficial e cheio de lacunas. As intervenções nas escolas, utilizando abordagem de ensino lúdico apresentaram, em geral, resultados satisfatórios quanto ao ensino sobre o uso de medicamentos. Para tanto, houve muito estudo pedagógico de||como abordar diferentes temas, dentro do nicho do uso racional de medicamentos, para crianças e adolescentes, a depender do desenvolvimento cognitivo e da faixa etária dos estudantes. Além disso, o planejamento das atividades junto à comunidade escolar foi essencial para o desenvolvimento do trabalho de forma satisfatória. CONCLUSÃO: As atividades de intervenção em saúde realizadas nas escolas demonstraram ser suficientes para melhorar o conhecimento das crianças e adolescentes acerca do uso racional de medicamentos, a curto e longo prazo, de forma que apresentou um grande potencial de intervenção na educação em saúde para esse público
Universidade de São Paulo. Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais
Title: O ensino sobre o uso racional de medicamentos para estudantes do ensino fundamental e ensino médio
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INTRODUÇÃO: Dentre as práticas abordadas no uso racional de medicamentos, a automedicação se sobressai como uma das mais preocupantes.
No Brasil, segundo dados da Associação Brasileira de Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), aproximadamente 80 milhões de pessoas fazem uso de medicamentos por conta própria, sem acompanhamento de um profissional da saúde.
Uma das principais razões está relacionada a falta de acesso a informações confiáveis sobre medicamentos.
Tendo isso em vista, o ambiente escolar é altamente oportuno para o desenvolvimento de abordagens voltadas para estudantes do ensino fundamental e ensino médio.
Um exemplo de intervenção de educação em saúde para esse público em especial, é a implementação de conteúdos de saúde em livros didáticos, pois estes constituem uma fonte de informação segura disponível para os estudantes.
OBJETIVO: Abordar ferramentas de ensino para a educação sobre o uso racional de medicamentos (URM) para crianças e adolescentes em idade escolar.
MATERIAL E MÉTODOS: A presente revisão integrativa da literatura foi realizada de forma a sintetizar resultados de pesquisas científicas, obtidas por meio de ampla busca nas seguintes bases de dados: PubMed®, Scielo e Google Acadêmico , assim como publicações técnico-científicas disponibilizadas em sites de instituições governamentais brasileiras e internacionais.
Os idiomas utilizados na busca foram Inglês e Português.
RESULTADOS: A análise dos resultados dos estudos selecionados demonstraram que o conhecimento e as atitudes de crianças e adolescentes em relação aos medicamentos é superficial e cheio de lacunas.
As intervenções nas escolas, utilizando abordagem de ensino lúdico apresentaram, em geral, resultados satisfatórios quanto ao ensino sobre o uso de medicamentos.
Para tanto, houve muito estudo pedagógico de||como abordar diferentes temas, dentro do nicho do uso racional de medicamentos, para crianças e adolescentes, a depender do desenvolvimento cognitivo e da faixa etária dos estudantes.
Além disso, o planejamento das atividades junto à comunidade escolar foi essencial para o desenvolvimento do trabalho de forma satisfatória.
CONCLUSÃO: As atividades de intervenção em saúde realizadas nas escolas demonstraram ser suficientes para melhorar o conhecimento das crianças e adolescentes acerca do uso racional de medicamentos, a curto e longo prazo, de forma que apresentou um grande potencial de intervenção na educação em saúde para esse público.
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