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BASES FISIOPATOLÓGICAS DA ICTERÍCIA NEONATAL: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
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Introdução: A icterícia neonatal é comum em recém-nascidos, afetando até 60% dos bebês saudáveis e até 80% dos prematuros. Apesar de geralmente benigna, pode levar a complicações neurológicas graves se não tratada adequadamente. A fisiopatologia envolve um desequilíbrio complexo no metabolismo da bilirrubina, incluindo imaturidade hepática e hemólise como fatores principais.Objetivo: Esta revisão visa sintetizar o conhecimento sobre as bases fisiopatológicas da icterícia neonatal, para subsidiar práticas clínicas baseadas em evidências. Métodos: Foram selecionados estudos originais e revisões publicados em periódicos revisados por pares nos últimos 20 anos, com foco em fatores de risco genéticos, ambientais e relacionados ao desenvolvimento neonatal associados à icterícia neonatal. Resultados e Discussão: A icterícia neonatal resulta de um desequilíbrio no metabolismo da bilirrubina, envolvendo produção, conjugação, excreção e metabolismo. Estudos destacam a imaturidade hepática e a hemólise como principais fatores. O monitoramento dos níveis de bilirrubina e intervenção terapêutica oportuna são cruciais para prevenir complicações graves. Conclusão: O entendimento dos mecanismos fisiopatológicos da icterícia neonatal é essencial para uma abordagem clínica eficaz. Investimentos contínuos em pesquisa e colaboração interdisciplinar oferecem perspectivas promissoras para avanços futuros no manejo dessa condição, visando melhorar os desfechos clínicos e a qualidade de vida dos recém-nascidos afetados.
Editora RECIMA21 LTDA
Title: BASES FISIOPATOLÓGICAS DA ICTERÍCIA NEONATAL: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
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Introdução: A icterícia neonatal é comum em recém-nascidos, afetando até 60% dos bebês saudáveis e até 80% dos prematuros.
Apesar de geralmente benigna, pode levar a complicações neurológicas graves se não tratada adequadamente.
A fisiopatologia envolve um desequilíbrio complexo no metabolismo da bilirrubina, incluindo imaturidade hepática e hemólise como fatores principais.
Objetivo: Esta revisão visa sintetizar o conhecimento sobre as bases fisiopatológicas da icterícia neonatal, para subsidiar práticas clínicas baseadas em evidências.
Métodos: Foram selecionados estudos originais e revisões publicados em periódicos revisados por pares nos últimos 20 anos, com foco em fatores de risco genéticos, ambientais e relacionados ao desenvolvimento neonatal associados à icterícia neonatal.
Resultados e Discussão: A icterícia neonatal resulta de um desequilíbrio no metabolismo da bilirrubina, envolvendo produção, conjugação, excreção e metabolismo.
Estudos destacam a imaturidade hepática e a hemólise como principais fatores.
O monitoramento dos níveis de bilirrubina e intervenção terapêutica oportuna são cruciais para prevenir complicações graves.
Conclusão: O entendimento dos mecanismos fisiopatológicos da icterícia neonatal é essencial para uma abordagem clínica eficaz.
Investimentos contínuos em pesquisa e colaboração interdisciplinar oferecem perspectivas promissoras para avanços futuros no manejo dessa condição, visando melhorar os desfechos clínicos e a qualidade de vida dos recém-nascidos afetados.
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