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RELAÇÃO ENTRE ICTERÍCIA NEONATAL E O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

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A icterícia neonatal é uma condição comum em recém-nascidos que pode aumentar o risco de desenvolver o transtorno do espectro autista – TEA. A icterícia é causada pelo acúmulo de bilirrubina no sangue, que pode causar neurotoxicidade. O TEA pode ter origem genética ou ser influenciado por alterações na metilação do DNA. Evidenciar como a literatura cientifica tem tratado a associação entre icterícia neonatal e TEA foi o objetivo deste trabalho. Caracterizado como um estudo de revisão bibliográfica exploratória, descritiva e integrativa, utilizou-se como parâmetros de busca sistematizada nas bases de dados LILACS e NIH, com os termos “jaundice”, “bilirubin”, “autism spectrum disorder” e “kernicterus” com o operador booleano “AND”, para as publicações realizadas entre 2020 e maio de 2024. Foram encontrados 16 trabalhos e após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 14 trabalhos foram selecionados, os quais demonstraram evidências variadas sobre a associação entre a icterícia neonatal e o TEA, sugerindo fatores como a gravidade da icterícia, a prematuridade, a fototerapia, a cor da pele e as condições socioeconômicas podem influenciar o risco. A bilirrubina não conjugada pode ser neurotóxica e afetar o desenvolvimento cerebral interferindo em neurotransmissores como a dopamina e o glutamato, que estão envolvidos no TEA. A relação entre icterícia neonatal e o TEA tem sido alvo de estudos de vários profissionais, entretanto não há consenso em sua relação causal, assim, é importante a continuidade de pesquisas com o proposito de clarificar essa relação.
Title: RELAÇÃO ENTRE ICTERÍCIA NEONATAL E O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
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A icterícia neonatal é uma condição comum em recém-nascidos que pode aumentar o risco de desenvolver o transtorno do espectro autista – TEA.
A icterícia é causada pelo acúmulo de bilirrubina no sangue, que pode causar neurotoxicidade.
O TEA pode ter origem genética ou ser influenciado por alterações na metilação do DNA.
Evidenciar como a literatura cientifica tem tratado a associação entre icterícia neonatal e TEA foi o objetivo deste trabalho.
Caracterizado como um estudo de revisão bibliográfica exploratória, descritiva e integrativa, utilizou-se como parâmetros de busca sistematizada nas bases de dados LILACS e NIH, com os termos “jaundice”, “bilirubin”, “autism spectrum disorder” e “kernicterus” com o operador booleano “AND”, para as publicações realizadas entre 2020 e maio de 2024.
Foram encontrados 16 trabalhos e após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 14 trabalhos foram selecionados, os quais demonstraram evidências variadas sobre a associação entre a icterícia neonatal e o TEA, sugerindo fatores como a gravidade da icterícia, a prematuridade, a fototerapia, a cor da pele e as condições socioeconômicas podem influenciar o risco.
A bilirrubina não conjugada pode ser neurotóxica e afetar o desenvolvimento cerebral interferindo em neurotransmissores como a dopamina e o glutamato, que estão envolvidos no TEA.
A relação entre icterícia neonatal e o TEA tem sido alvo de estudos de vários profissionais, entretanto não há consenso em sua relação causal, assim, é importante a continuidade de pesquisas com o proposito de clarificar essa relação.

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