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ESTUDO DE PREVALÊNCIA DE MACROINSULINA UTILIZANDO DOSAGEM DE INSULINA LIVRE

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Objetivo: Estudar a prevalência de macroinsulina em amostras ambulatoriais cujo resultado de insulina total foi superior a 200 mU/l, realizando a dosagem de insulina livre. Método: As dosagens de insulina foram realizadas com um imunoensaio de eletroquimioluminescência (Roche Elecsys 2010, Roche Diagnostics, kit: Insulin). Cinquenta amostras foram selecionadas para validação da dosagem de insulina livre. A insulina livre foi determinada por meio da dosagem de insulina no sobrenadante da amostra após precipitação com polietilenoglicol 25%. Todas as amostras da rotina laboratorial ambulatorial de outubro de 2021 a maio de 2022 cuja dosagem de insulina foi maior que 200 mU/l foram separadas para dosagem de insulina livre. Foi considerada amostra positiva para macroinsulina quando a recuperação no sobrenadante foi inferior a 30%. Quando possível, foi realizada a cromatografia das amostras por HPLC (Superdex 30 10/300 GL) com objetivo de demonstrar o pico de macroinsulina. Conclusão: A prevalência de macroinsulina em amostras ambulatoriais cujo resultado de insulina total foi superior a 200 mU/l foi 20%. A precipitação com polietilenoglicol 25% mostrou-se adequada para dosagem de insulina livre. Referências: 1. Church D et al. Diagnosis of insulin autoimmune syndrome using polyethylene glycol precipitation and gel filtration chromatography with ex vivo insulin exchange. Clin Endocrinol. 2017; 86(3): 347. 2. Church D et al. Assessment and management of anti-insulin autoantibodies in varying presentations of insulin autoimmune syndrome. J Clin Endocrinol Metabol. 2018; 103(10): 3845. 3. Reis MZR, Fernandes VO, Fontenele EGP, Sales APAM, Montenegro Junior RM, Quidute ARP. Insulin autoimmune syndrome in an occidental woman: a case report and literature review. Arch Endocrinol Metabol. 2018; 62(5): 566-70.
Title: ESTUDO DE PREVALÊNCIA DE MACROINSULINA UTILIZANDO DOSAGEM DE INSULINA LIVRE
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Objetivo: Estudar a prevalência de macroinsulina em amostras ambulatoriais cujo resultado de insulina total foi superior a 200 mU/l, realizando a dosagem de insulina livre.
Método: As dosagens de insulina foram realizadas com um imunoensaio de eletroquimioluminescência (Roche Elecsys 2010, Roche Diagnostics, kit: Insulin).
Cinquenta amostras foram selecionadas para validação da dosagem de insulina livre.
A insulina livre foi determinada por meio da dosagem de insulina no sobrenadante da amostra após precipitação com polietilenoglicol 25%.
Todas as amostras da rotina laboratorial ambulatorial de outubro de 2021 a maio de 2022 cuja dosagem de insulina foi maior que 200 mU/l foram separadas para dosagem de insulina livre.
Foi considerada amostra positiva para macroinsulina quando a recuperação no sobrenadante foi inferior a 30%.
Quando possível, foi realizada a cromatografia das amostras por HPLC (Superdex 30 10/300 GL) com objetivo de demonstrar o pico de macroinsulina.
Conclusão: A prevalência de macroinsulina em amostras ambulatoriais cujo resultado de insulina total foi superior a 200 mU/l foi 20%.
A precipitação com polietilenoglicol 25% mostrou-se adequada para dosagem de insulina livre.
Referências: 1.
Church D et al.
Diagnosis of insulin autoimmune syndrome using polyethylene glycol precipitation and gel filtration chromatography with ex vivo insulin exchange.
Clin Endocrinol.
2017; 86(3): 347.
2.
Church D et al.
Assessment and management of anti-insulin autoantibodies in varying presentations of insulin autoimmune syndrome.
J Clin Endocrinol Metabol.
2018; 103(10): 3845.
3.
Reis MZR, Fernandes VO, Fontenele EGP, Sales APAM, Montenegro Junior RM, Quidute ARP.
Insulin autoimmune syndrome in an occidental woman: a case report and literature review.
Arch Endocrinol Metabol.
2018; 62(5): 566-70.

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