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Risco de internação repetida de idosos com Insuficiência Cardíaca
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Objetivo: identificar e avaliar o risco de internação repetida de idosos hospitalizados com o diagnóstico de Insuficiência Cardíaca. Método: estudo de caráter analítico e transversal, com análise quantitativa. Foram coletados dados sociodemográficos e clínicos e aplicado o instrumento de Probabilidade de Internação Repetida, na população de idosos internados em uma Unidade de Cardiologia de referência. A análise dos dados foi quantitativa (absoluta e percentual) com a utilização de teste Qui-quadrado e emprego de um estrato de risco de fragilização adaptado para a realidade brasileira. Resultados: a maioria dos idosos apresentou sexo masculino (60%), relatou cuidador informal (62,22%), apresentou etiologia isquêmica da Insuficiência Cardíaca (26,67%), classe funcional II pela New York Heart Association (40%), permanência hospitalar de oito a 14 dias (37,78%) e risco médio de internação repetida (31,11%). Houve associação positiva entre faixa etária mais jovem, doença coronariana, autopercepção da saúde média ou ruim e número de hospitalizações no último ano com o risco de reinternação (p < 0,05). Conclusão: o uso dos preditores de risco é factível na hospitalização por Insuficiência Cardíaca, tendo em vista a qualidade do cuidado em saúde e a prevenção de agravos.
Fundacao de Ensino e Pesquisa em Ciencias da Saude
Title: Risco de internação repetida de idosos com Insuficiência Cardíaca
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Objetivo: identificar e avaliar o risco de internação repetida de idosos hospitalizados com o diagnóstico de Insuficiência Cardíaca.
Método: estudo de caráter analítico e transversal, com análise quantitativa.
Foram coletados dados sociodemográficos e clínicos e aplicado o instrumento de Probabilidade de Internação Repetida, na população de idosos internados em uma Unidade de Cardiologia de referência.
A análise dos dados foi quantitativa (absoluta e percentual) com a utilização de teste Qui-quadrado e emprego de um estrato de risco de fragilização adaptado para a realidade brasileira.
Resultados: a maioria dos idosos apresentou sexo masculino (60%), relatou cuidador informal (62,22%), apresentou etiologia isquêmica da Insuficiência Cardíaca (26,67%), classe funcional II pela New York Heart Association (40%), permanência hospitalar de oito a 14 dias (37,78%) e risco médio de internação repetida (31,11%).
Houve associação positiva entre faixa etária mais jovem, doença coronariana, autopercepção da saúde média ou ruim e número de hospitalizações no último ano com o risco de reinternação (p < 0,05).
Conclusão: o uso dos preditores de risco é factível na hospitalização por Insuficiência Cardíaca, tendo em vista a qualidade do cuidado em saúde e a prevenção de agravos.
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