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“MUTOLA”: A ORALIDADE E A REPRESENTAÇÃO FEMININA EM UM CONTO DE PAULINA CHIZIANE

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O presente artigo analisa o conto “Mutola”, da escritora moçambicana Paulina Chiziane, presente na obra As andorinhas, observando a potência do texto literário ao estabelecer relações com a oralidade e a representação feminina. Para articular com essa temática, tem-se como objetivo associar aspectos da História e da Literatura por meio de uma análise qualitativa do conto “Mutola”, de Paulina Chiziane, reconhecendo a oralidade como uma forma de narrar histórias e a disparidade imposta entre o feminino e o masculino no contexto moçambicano. Essa investigação tem como base uma narrativa que associa a história de uma águia e a ascensão da personagem Lurdes. A fundamentação teórica está amparada em estudos de Bajard (1994), Leite (2014), Freitas (2020), Saes (2021), Botoso (2021), entre outros pesquisadores. Além disso, o conto selecionado e a obra da escritora moçambicana são alicerces para desenvolver a investigação. Diante deste estudo, evidenciam-se situações estereotipadas vividas pelas mulheres e a negação para a participação em esportes concebidos como masculinos, entretanto, a narrativa prestigia a determinação de uma figura feminina representativa para Moçambique: Maria de Lurdes Mutola.
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Title: “MUTOLA”: A ORALIDADE E A REPRESENTAÇÃO FEMININA EM UM CONTO DE PAULINA CHIZIANE
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O presente artigo analisa o conto “Mutola”, da escritora moçambicana Paulina Chiziane, presente na obra As andorinhas, observando a potência do texto literário ao estabelecer relações com a oralidade e a representação feminina.
Para articular com essa temática, tem-se como objetivo associar aspectos da História e da Literatura por meio de uma análise qualitativa do conto “Mutola”, de Paulina Chiziane, reconhecendo a oralidade como uma forma de narrar histórias e a disparidade imposta entre o feminino e o masculino no contexto moçambicano.
Essa investigação tem como base uma narrativa que associa a história de uma águia e a ascensão da personagem Lurdes.
A fundamentação teórica está amparada em estudos de Bajard (1994), Leite (2014), Freitas (2020), Saes (2021), Botoso (2021), entre outros pesquisadores.
Além disso, o conto selecionado e a obra da escritora moçambicana são alicerces para desenvolver a investigação.
Diante deste estudo, evidenciam-se situações estereotipadas vividas pelas mulheres e a negação para a participação em esportes concebidos como masculinos, entretanto, a narrativa prestigia a determinação de uma figura feminina representativa para Moçambique: Maria de Lurdes Mutola.

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