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O ESPAÇO DA ORALIDADE EM CURRÍCULOS DE PEDAGOGIA
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Por um longo tempo, pairou a ideia de que estudantes, ao chegarem à escola, já dominavam a oralidade e não era necessário um ensino sistemático dos gêneros orais. Embora, as mudanças nos documentos oficiais tenham contribuído para realocar a oralidade como objeto de estudo escolar, ela ainda ocupa um espaço não privilegiado na escola. Esse cenário contribuiu para a o problema da pesquisa: qual o espaço que a oralidade ocupa nos currículos de Pedagogia? O objetivo geral da pesquisa é: investigar o espaço ocupado pela oralidade nos currículos de Pedagogia nas publicações acadêmicas de 2014 a 2024. A pesquisa utilizou como metodologia a revisão de literatura, a partir de uma busca orientada por palavras-chave. Na busca, foram encontradas 98 produções acadêmicas no Google Acadêmico e 42 no Scielo Brasil, após uma pré-seleção feita a partir do título, resumo e discussão de dados restaram 10. O critério para a última seleção foi a identificação da oralidade como uma abordagem deliberada, quer seja pelo nome do componente ou ementa da disciplina. Dessas, foram selecionadas 4 produções acadêmicas que avaliaram Instituições de Ensino Superior (IES) de Pedagogia, sendo 1 artigo publicado em revista sobre Pernambuco e Paraíba, 2 trabalhos de conclusão de curso (TCC), um de São Paulo e outro do Rio Grande do Sul, 1 dissertação de mestrado do Rio Grande do Norte. Os currículos analisados trazem a oralidade, quando aparece, em disciplinas de aquisição, literatura, fundamentos e em contraponto com a escrita, apenas um dos currículos analisados apresentou oralidade alocada em uma disciplina de prática pedagógica. Nenhum currículo apresentou disciplina voltada exclusivamente para oralidade. Isso evidencia ainda uma lacuna da oralidade como uma modalidade independente da escrita, de relevância na formação docente.
Title: O ESPAÇO DA ORALIDADE EM CURRÍCULOS DE PEDAGOGIA
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Por um longo tempo, pairou a ideia de que estudantes, ao chegarem à escola, já dominavam a oralidade e não era necessário um ensino sistemático dos gêneros orais.
Embora, as mudanças nos documentos oficiais tenham contribuído para realocar a oralidade como objeto de estudo escolar, ela ainda ocupa um espaço não privilegiado na escola.
Esse cenário contribuiu para a o problema da pesquisa: qual o espaço que a oralidade ocupa nos currículos de Pedagogia? O objetivo geral da pesquisa é: investigar o espaço ocupado pela oralidade nos currículos de Pedagogia nas publicações acadêmicas de 2014 a 2024.
A pesquisa utilizou como metodologia a revisão de literatura, a partir de uma busca orientada por palavras-chave.
Na busca, foram encontradas 98 produções acadêmicas no Google Acadêmico e 42 no Scielo Brasil, após uma pré-seleção feita a partir do título, resumo e discussão de dados restaram 10.
O critério para a última seleção foi a identificação da oralidade como uma abordagem deliberada, quer seja pelo nome do componente ou ementa da disciplina.
Dessas, foram selecionadas 4 produções acadêmicas que avaliaram Instituições de Ensino Superior (IES) de Pedagogia, sendo 1 artigo publicado em revista sobre Pernambuco e Paraíba, 2 trabalhos de conclusão de curso (TCC), um de São Paulo e outro do Rio Grande do Sul, 1 dissertação de mestrado do Rio Grande do Norte.
Os currículos analisados trazem a oralidade, quando aparece, em disciplinas de aquisição, literatura, fundamentos e em contraponto com a escrita, apenas um dos currículos analisados apresentou oralidade alocada em uma disciplina de prática pedagógica.
Nenhum currículo apresentou disciplina voltada exclusivamente para oralidade.
Isso evidencia ainda uma lacuna da oralidade como uma modalidade independente da escrita, de relevância na formação docente.
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