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Avaliação da qualidade da atenção pré-natal dentre gestantes com e sem história de prematuridade no Sistema Único de Saúde no Rio de Janeiro, Brasil

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OBJETIVOS: avaliar adequação, acompanhamento pré-natal, satisfação e riscos gestacionais das gestantes com história de prematuridade. MÉTODOS: estudo seccional com 1239 gestantes, 259 com história de prematuridade no Sistema Único de Saúde (SUS) do RJ em 2007/2008. Informações demográficas, socio-econômicas, história obstétrica, adequação pré-natal e satisfação foram coletadas através de entrevistas e do cartão pré-natal. Utilizou-se teste χ² para comparar o grupo com história de prematuridade com os grupos de baixo risco e sem história de prematuridade. RESULTADOS: não houve diferenças na adequação e no cuidado pré-natal entre as gestantes com história de prematuridade comparadas às de baixo risco gestacional. Houve insatisfação com tempo de espera pelas consultas, horário de funcionamento das unidades de saúde e explicações dos profissionais de saúde. CONCLUSÕES: a presença de história de prematuridade não influenciou para que essas gestantes tivessem um pré-natal de melhor qualidade. As unidades de saúde apresentaram problemas, segundo a percepção das gestantes, em relação ao modo de funcionamento. As explicações dos profissionais de saúde sobre risco da prematuridade não atenderam às expectativas das gestantes.
Title: Avaliação da qualidade da atenção pré-natal dentre gestantes com e sem história de prematuridade no Sistema Único de Saúde no Rio de Janeiro, Brasil
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OBJETIVOS: avaliar adequação, acompanhamento pré-natal, satisfação e riscos gestacionais das gestantes com história de prematuridade.
MÉTODOS: estudo seccional com 1239 gestantes, 259 com história de prematuridade no Sistema Único de Saúde (SUS) do RJ em 2007/2008.
Informações demográficas, socio-econômicas, história obstétrica, adequação pré-natal e satisfação foram coletadas através de entrevistas e do cartão pré-natal.
Utilizou-se teste χ² para comparar o grupo com história de prematuridade com os grupos de baixo risco e sem história de prematuridade.
RESULTADOS: não houve diferenças na adequação e no cuidado pré-natal entre as gestantes com história de prematuridade comparadas às de baixo risco gestacional.
Houve insatisfação com tempo de espera pelas consultas, horário de funcionamento das unidades de saúde e explicações dos profissionais de saúde.
CONCLUSÕES: a presença de história de prematuridade não influenciou para que essas gestantes tivessem um pré-natal de melhor qualidade.
As unidades de saúde apresentaram problemas, segundo a percepção das gestantes, em relação ao modo de funcionamento.
As explicações dos profissionais de saúde sobre risco da prematuridade não atenderam às expectativas das gestantes.

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