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Uso de anticoncepcionais em mulheres entre 18 a 40 anos e sua relação ao com risco de trombose
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No decorrer dos anos, as mulheres passaram a ter maior notoriedade na sociedade política, econômica e social. Com o advento do desenvolvimento da farmacologia, a população feminina ganhou autonomia sobre sua escolha reprodutiva. Com o avanço da sociedade moderna, a Farmacologia se aprimorou, ao ponto de criar o primeiro anticoncepcional, fármaco este que tem como intuito de inviabilizar o processo de ovulação feminina, assim impossibilitando o processo de gestação, sendo utilizado em diversos tratamentos dos distúrbios do aparelho reprodutivo feminino. Contudo, o fármaco em questão apresenta uma alta carga hormonal em sua composição farmacológica, o que pode levar à ocorrência de diversos efeitos adversos, tais como: cefaleia, dismenorreia, aumento fluxo menstrual, diminuição da libido, e, por fim, podendo acarretar riscos, devido ao seu uso prolongado, tais como a trombose venosa profunda e o acidente vascular cerebral. A trombose venosa profunda é um efeito adverso muito presente em pacientes que utilizam o anticoncepcional por via oral, devido às alterações na cascata de coagulação, intensificando o risco de promover a formação de um trombo. Diante do exposto, o trabalho propôs identificar o risco de trombose em mulheres em idade reprodutiva entre 18 e 40 anos de idade e que realizam o uso do fármaco anticoncepcional por tempo prolongado, correlacionando com o risco e a ocorrência de trombose venosa profunda. A pesquisa constituiu-se em um estudo epidemiológico observacional, transversal, retrospectivo, de caráter quantitativo e qualitativo, obtendo suas informações através da distribuição de questionários semiestruturados aplicados à população feminina com idade entre 18 e 40 anos. O estudo analisou 90 questionários, nos quais foram identificados que o uso primordial do fármaco tem o intuito de prevenir a gestação. O anticoncepcional mais utilizado entre as participantes foi o anticoncepcional de uso oral. As respondentes relataram existir a necessidade de um acompanhamento contínuo com a equipe de saúde durante a utilização do fármaco e ter conhecimento sobre os efeitos adverso ocasionado pelo fármaco. Neste estudo, a trombose venosa profunda não foi descrita como um efeito colateral vivenciado pelos participantes, entretanto, isso pode ter decorrido pelo fato de a pesquisa ter sido realizada com uma pequena parcela da população feminina brasileira. Mediante ao que foi pesquisado, o estudo se mostra relevante ao ressaltar a importância dessa classe de fármaco, pontuando os possíveis efeitos adversos e alertando a população feminina sobre as possíveis intercorrências do uso de forma contínua, sem a orientação de um profissional de saúde qualificado, incentivando, assim, o ensino a respeito dos contraceptivos e o uso de forma responsável, para evitar possíveis intercorrências à saúde da mulher.
Centro de Ensino Unificado de Brasilia
Title: Uso de anticoncepcionais em mulheres entre 18 a 40 anos e sua relação ao com risco de trombose
Description:
No decorrer dos anos, as mulheres passaram a ter maior notoriedade na sociedade política, econômica e social.
Com o advento do desenvolvimento da farmacologia, a população feminina ganhou autonomia sobre sua escolha reprodutiva.
Com o avanço da sociedade moderna, a Farmacologia se aprimorou, ao ponto de criar o primeiro anticoncepcional, fármaco este que tem como intuito de inviabilizar o processo de ovulação feminina, assim impossibilitando o processo de gestação, sendo utilizado em diversos tratamentos dos distúrbios do aparelho reprodutivo feminino.
Contudo, o fármaco em questão apresenta uma alta carga hormonal em sua composição farmacológica, o que pode levar à ocorrência de diversos efeitos adversos, tais como: cefaleia, dismenorreia, aumento fluxo menstrual, diminuição da libido, e, por fim, podendo acarretar riscos, devido ao seu uso prolongado, tais como a trombose venosa profunda e o acidente vascular cerebral.
A trombose venosa profunda é um efeito adverso muito presente em pacientes que utilizam o anticoncepcional por via oral, devido às alterações na cascata de coagulação, intensificando o risco de promover a formação de um trombo.
Diante do exposto, o trabalho propôs identificar o risco de trombose em mulheres em idade reprodutiva entre 18 e 40 anos de idade e que realizam o uso do fármaco anticoncepcional por tempo prolongado, correlacionando com o risco e a ocorrência de trombose venosa profunda.
A pesquisa constituiu-se em um estudo epidemiológico observacional, transversal, retrospectivo, de caráter quantitativo e qualitativo, obtendo suas informações através da distribuição de questionários semiestruturados aplicados à população feminina com idade entre 18 e 40 anos.
O estudo analisou 90 questionários, nos quais foram identificados que o uso primordial do fármaco tem o intuito de prevenir a gestação.
O anticoncepcional mais utilizado entre as participantes foi o anticoncepcional de uso oral.
As respondentes relataram existir a necessidade de um acompanhamento contínuo com a equipe de saúde durante a utilização do fármaco e ter conhecimento sobre os efeitos adverso ocasionado pelo fármaco.
Neste estudo, a trombose venosa profunda não foi descrita como um efeito colateral vivenciado pelos participantes, entretanto, isso pode ter decorrido pelo fato de a pesquisa ter sido realizada com uma pequena parcela da população feminina brasileira.
Mediante ao que foi pesquisado, o estudo se mostra relevante ao ressaltar a importância dessa classe de fármaco, pontuando os possíveis efeitos adversos e alertando a população feminina sobre as possíveis intercorrências do uso de forma contínua, sem a orientação de um profissional de saúde qualificado, incentivando, assim, o ensino a respeito dos contraceptivos e o uso de forma responsável, para evitar possíveis intercorrências à saúde da mulher.
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