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PREOCUPAÇÃO EMERGENTE: EPIDEMIOLOGIA, DIAGNÓSTICO E CONTROLE DA FEBRE DO OROPOUCHE

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A Febre do Oropouche, causada por um arbovírus, tem se destacado como um dos principais problemas de saúde pública nas regiões tropicais da América Latina, especialmente na região Amazônica no Brasil. Este vírus emergente, que está se tornando cada vez mais prevalente, reconhecido como um dos agentes etiológicos mais importantes de febre na região, com uma disseminação significativa para outras regiões. A transmissão rápida em áreas urbanas e a falta de diagnósticos precisos e vacinas eficazes sublinham a necessidade de uma compreensão mais profunda da doença. Este estudo tem como objetivo realizar uma revisão integrativa sobre a epidemiologia, o diagnóstico e o controle da febre do Oropouche, destacando as evidências mais recentes e identificando lacunas no conhecimento atual. Foi conduzida uma revisão integrativa da literatura, utilizando as diretrizes do PRISMA, para identificar e analisar estudos publicados entre 2019 e 2024 sobre o Oropouche vírus. As bases de dados PubMed, Scopus, SciELO e LILACS foram utilizadas na busca de artigos científicos relevantes, empregando termos-chave como "Febre Oropouche", "Epidemiologia", "Diagnóstico Clínico", “Controle Biológico de Vetores”. Os resultados mostram que a transmissão do OROV envolve múltiplos vetores, com desafios significativos no diagnóstico devido à sobreposição de sintomas com outras arboviroses. Além disso, a falta de vacinas e tratamentos específicos evidencia a necessidade urgente de novas intervenções. Além disso, as medidas de controle vetorial mostraram-se insuficientes, refletindo na alta vulnerabilidade das populações afetadas. Conclui-se que, para controlar eficazmente a febre do Oropouche, são necessários esforços contínuos em pesquisa, bem como o desenvolvimento de políticas públicas de saúde voltadas para a prevenção e manejo da doença, especialmente em regiões endêmicas.
Title: PREOCUPAÇÃO EMERGENTE: EPIDEMIOLOGIA, DIAGNÓSTICO E CONTROLE DA FEBRE DO OROPOUCHE
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A Febre do Oropouche, causada por um arbovírus, tem se destacado como um dos principais problemas de saúde pública nas regiões tropicais da América Latina, especialmente na região Amazônica no Brasil.
Este vírus emergente, que está se tornando cada vez mais prevalente, reconhecido como um dos agentes etiológicos mais importantes de febre na região, com uma disseminação significativa para outras regiões.
A transmissão rápida em áreas urbanas e a falta de diagnósticos precisos e vacinas eficazes sublinham a necessidade de uma compreensão mais profunda da doença.
Este estudo tem como objetivo realizar uma revisão integrativa sobre a epidemiologia, o diagnóstico e o controle da febre do Oropouche, destacando as evidências mais recentes e identificando lacunas no conhecimento atual.
Foi conduzida uma revisão integrativa da literatura, utilizando as diretrizes do PRISMA, para identificar e analisar estudos publicados entre 2019 e 2024 sobre o Oropouche vírus.
As bases de dados PubMed, Scopus, SciELO e LILACS foram utilizadas na busca de artigos científicos relevantes, empregando termos-chave como "Febre Oropouche", "Epidemiologia", "Diagnóstico Clínico", “Controle Biológico de Vetores”.
Os resultados mostram que a transmissão do OROV envolve múltiplos vetores, com desafios significativos no diagnóstico devido à sobreposição de sintomas com outras arboviroses.
Além disso, a falta de vacinas e tratamentos específicos evidencia a necessidade urgente de novas intervenções.
Além disso, as medidas de controle vetorial mostraram-se insuficientes, refletindo na alta vulnerabilidade das populações afetadas.
Conclui-se que, para controlar eficazmente a febre do Oropouche, são necessários esforços contínuos em pesquisa, bem como o desenvolvimento de políticas públicas de saúde voltadas para a prevenção e manejo da doença, especialmente em regiões endêmicas.

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