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DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE FEBRE EM CRIANÇAS: ESTRATÉGIAS NA ATENÇÃO BÁSICA

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Introdução: A febre é um dos sintomas mais comuns na prática clínica pediátrica e representa um dos principais motivos de procura por atendimento na Atenção Básica. Na infância, o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento, o que torna as crianças mais suscetíveis a infecções e eleva a incidência de quadros febris. Diante disso, é fundamental que os profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) estejam capacitados para realizar um diagnóstico diferencial adequado. Objetivo: Analisar o diagnóstico diferencial da febre em crianças. Metodologia: A pesquisa é fundamentada em uma revisão abrangente da literatura existente, para a coleta dos dados, foi utilizada a base de dados PubMed e Scielo, abrangendo estudos entre 2014 a 2024. A pesquisa foi conduzida com os termos "Febre”, “Diagnóstico Diferencial”, “Atenção Primária à Saúde", aplicando o operador booleano "AND". Resultados e discussão: A revisão bibliográfica evidenciou que a febre em crianças é, na maioria das vezes, decorrente de infecções virais autolimitadas, sendo essencial que a Atenção Básica esteja preparada para realizar uma triagem clínica eficaz. A idade da criança, presença de sinais de alarme e o tempo de duração da febre são fatores cruciais no processo de diagnóstico diferencial. A literatura destaca a importância de protocolos padronizados, como o IMCI, e do uso racional de exames e antibióticos. Também foi identificado que a febre sem foco é um desafio frequente e que a educação em saúde e a atuação da equipe multiprofissional contribuem para a condução segura e resolutiva dos casos febris na infância. Conclusão: Conclui-se que o diagnóstico diferencial da febre em crianças na Atenção Básica exige conhecimento clínico atualizado, habilidade de comunicação e uso de estratégias baseadas em evidências. A escuta qualificada e o exame físico detalhado permitem reconhecer casos que demandam maior vigilância, ao passo que evitam intervenções desnecessárias em quadros leves. A capacitação contínua dos profissionais, o uso de protocolos clínicos e a educação familiar são fundamentais para promover um cuidado infantil eficaz, humanizado e seguro no primeiro nível de atenção à saúde.  
Title: DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE FEBRE EM CRIANÇAS: ESTRATÉGIAS NA ATENÇÃO BÁSICA
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Introdução: A febre é um dos sintomas mais comuns na prática clínica pediátrica e representa um dos principais motivos de procura por atendimento na Atenção Básica.
Na infância, o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento, o que torna as crianças mais suscetíveis a infecções e eleva a incidência de quadros febris.
Diante disso, é fundamental que os profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) estejam capacitados para realizar um diagnóstico diferencial adequado.
Objetivo: Analisar o diagnóstico diferencial da febre em crianças.
Metodologia: A pesquisa é fundamentada em uma revisão abrangente da literatura existente, para a coleta dos dados, foi utilizada a base de dados PubMed e Scielo, abrangendo estudos entre 2014 a 2024.
A pesquisa foi conduzida com os termos "Febre”, “Diagnóstico Diferencial”, “Atenção Primária à Saúde", aplicando o operador booleano "AND".
Resultados e discussão: A revisão bibliográfica evidenciou que a febre em crianças é, na maioria das vezes, decorrente de infecções virais autolimitadas, sendo essencial que a Atenção Básica esteja preparada para realizar uma triagem clínica eficaz.
A idade da criança, presença de sinais de alarme e o tempo de duração da febre são fatores cruciais no processo de diagnóstico diferencial.
A literatura destaca a importância de protocolos padronizados, como o IMCI, e do uso racional de exames e antibióticos.
Também foi identificado que a febre sem foco é um desafio frequente e que a educação em saúde e a atuação da equipe multiprofissional contribuem para a condução segura e resolutiva dos casos febris na infância.
Conclusão: Conclui-se que o diagnóstico diferencial da febre em crianças na Atenção Básica exige conhecimento clínico atualizado, habilidade de comunicação e uso de estratégias baseadas em evidências.
A escuta qualificada e o exame físico detalhado permitem reconhecer casos que demandam maior vigilância, ao passo que evitam intervenções desnecessárias em quadros leves.
A capacitação contínua dos profissionais, o uso de protocolos clínicos e a educação familiar são fundamentais para promover um cuidado infantil eficaz, humanizado e seguro no primeiro nível de atenção à saúde.
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