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O impacto das artes marciais como terapia suplementar para crianças com TDAH

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Introdução: O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma condição neuropsiquiátrica capaz de comprometer o desenvolvimento do indivíduo. O TDAH é caracterizado por níveis prejudiciais de desatenção, hiperatividade e impulsividade que se manifestam na primeira infância, sendo capaz de gerar comprometimento no convívio familiar e social, uma vez que há baixo desenvolvimento das funções executivas. Objetivo: Verificar, por meio da revisão de literatura, se as artes marciais podem atuar como uma terapia suplementar não medicamentosa para crianças e adolescentes diagnosticados com TDAH. Métodos: Trata-se de revisão de literatura sobre a prática de exercícios físicos como terapia suplementar não medicamentosa para paciente pediátrico diagnosticado com TDAH. As bases de dados consultadas foram: Scielo e Pubmed, a partir dos seguintes descritores: TDAH, Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, Artes Marciais e Exercício Físico. Os critérios de inclusão foram: artigos publicados entre janeiro de 2010 e outubro de 2024, em português e disponíveis online. Resultados: As artes marciais são exercícios físicos baseadas em regras, em que a obediência é fundamental para êxito do esporte. Pacientes diagnosticados com TDAH possuem desenvolvimento social e cognitivo comprometidos, de forma que apresentam inabilidade em seguir regras e limites propostos. As funções executivas são as mais prejudicadas nesse transtorno, assim, é evidenciada instabilidade emocional, inabilidade em relação à memória de trabalho, dificuldade de planejar e executar tarefas e solucionar problemas diante das adversidades do meio. As artes marciais são capazes de auxiliar o paciente diagnosticado com TDAH no desenvolvimento de funções executivas, diminuindo a sintomatologia e melhorando prognósticos. Conclusão: As artes marciais, como esporte supervisionado, é uma forma de terapia não medicamentosa utilizada para suplementar à farmacoterapia, melhorando o prognóstico dos pacientes pediátricos.
Title: O impacto das artes marciais como terapia suplementar para crianças com TDAH
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Introdução: O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma condição neuropsiquiátrica capaz de comprometer o desenvolvimento do indivíduo.
O TDAH é caracterizado por níveis prejudiciais de desatenção, hiperatividade e impulsividade que se manifestam na primeira infância, sendo capaz de gerar comprometimento no convívio familiar e social, uma vez que há baixo desenvolvimento das funções executivas.
Objetivo: Verificar, por meio da revisão de literatura, se as artes marciais podem atuar como uma terapia suplementar não medicamentosa para crianças e adolescentes diagnosticados com TDAH.
Métodos: Trata-se de revisão de literatura sobre a prática de exercícios físicos como terapia suplementar não medicamentosa para paciente pediátrico diagnosticado com TDAH.
As bases de dados consultadas foram: Scielo e Pubmed, a partir dos seguintes descritores: TDAH, Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, Artes Marciais e Exercício Físico.
Os critérios de inclusão foram: artigos publicados entre janeiro de 2010 e outubro de 2024, em português e disponíveis online.
Resultados: As artes marciais são exercícios físicos baseadas em regras, em que a obediência é fundamental para êxito do esporte.
Pacientes diagnosticados com TDAH possuem desenvolvimento social e cognitivo comprometidos, de forma que apresentam inabilidade em seguir regras e limites propostos.
As funções executivas são as mais prejudicadas nesse transtorno, assim, é evidenciada instabilidade emocional, inabilidade em relação à memória de trabalho, dificuldade de planejar e executar tarefas e solucionar problemas diante das adversidades do meio.
As artes marciais são capazes de auxiliar o paciente diagnosticado com TDAH no desenvolvimento de funções executivas, diminuindo a sintomatologia e melhorando prognósticos.
Conclusão: As artes marciais, como esporte supervisionado, é uma forma de terapia não medicamentosa utilizada para suplementar à farmacoterapia, melhorando o prognóstico dos pacientes pediátricos.

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