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LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO: UMA REVISÃO SISTÊMICA
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O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é conhecido por se tratar de uma doença inflamatória crônica, que atua diretamente no Sistema Imunológico do ser humano, ou seja, age de forma multissistêmica, podendo levar ao aparecimento de vários sintomas e até mesmo de outras comorbidades em diversas partes do corpo, agindo de forma interna (órgãos) ou externa (pele). Além disso, o LES apresenta outras características que fazem com que este seja conceituado como uma patologia rara, tais como: sua maior prevalência em mulheres jovens, ou seja, na fase reprodutiva, apresentando uma etimologia desconhecida e de natureza autoimune, caracterizada pela presença de diversos anticorpos, com manifestações clínicas polimórficas com um período de exacerbações e remissões. Existem cerca de três tipos de variação do LES: Lúpus Discoide, Lúpus Induzido por Drogas e Lúpus Sistêmico. Em virtude de tais características este estudo é norteado pelo seguinte questionamento: Quais os principais fatores que corroboram para o diagnostico do Lúpus Eritematoso Sistêmico em mulheres? Pautado nesta linha de pensamento, este trabalho tem como objetivo geral: abordar as principais características do Lúpus Eritematoso Sistêmico em mulheres, apresentando como objetivos específicos: discutir a fisiopatologia do Lúpus Eritematoso Sistêmico, manifestações clínicas e diagnósticas; abordar os principais fatores que levam a maior incidência da doença em mulheres; evidenciar a terapia farmacológica envolvida no tratamento da doença, bem como seus efeitos adversos; discutir o papel do profissional farmacêutico no acompanhamento dos pacientes portadoras de Lúpus. Quanto a sua metodologia foram mobilizadas pesquisas em fontes diversas, sendo sua estruturada elaborada após a realização da leitura e seleção do material que vão desde artigos, livros, trabalhos acadêmicos com abordagens e pesquisas similares relacionados à temática e aos objetivos que norteiam o estudo, os quais possibilitaram a organização das ideias essenciais para a resolução do problema. Diante do exposto percebeu-se a importância do Farmacêutico no contexto do acompanhamento do tratamento dos pacientes portadores de LES no qual tem-se esse profissional como o mais indicado para atuar nas condutas farmacêuticas neste contexto. Por outro lado, o presente estudo destaca uma patologia pouco abordada que carece de mais estudos, pesquisas e esforços para que se possa obter um tratamento eficaz diante dos quadros de LES, auxiliando, sobretudo na manutenção da saúde dos indivíduos.
Title: LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO: UMA REVISÃO SISTÊMICA
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O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é conhecido por se tratar de uma doença inflamatória crônica, que atua diretamente no Sistema Imunológico do ser humano, ou seja, age de forma multissistêmica, podendo levar ao aparecimento de vários sintomas e até mesmo de outras comorbidades em diversas partes do corpo, agindo de forma interna (órgãos) ou externa (pele).
Além disso, o LES apresenta outras características que fazem com que este seja conceituado como uma patologia rara, tais como: sua maior prevalência em mulheres jovens, ou seja, na fase reprodutiva, apresentando uma etimologia desconhecida e de natureza autoimune, caracterizada pela presença de diversos anticorpos, com manifestações clínicas polimórficas com um período de exacerbações e remissões.
Existem cerca de três tipos de variação do LES: Lúpus Discoide, Lúpus Induzido por Drogas e Lúpus Sistêmico.
Em virtude de tais características este estudo é norteado pelo seguinte questionamento: Quais os principais fatores que corroboram para o diagnostico do Lúpus Eritematoso Sistêmico em mulheres? Pautado nesta linha de pensamento, este trabalho tem como objetivo geral: abordar as principais características do Lúpus Eritematoso Sistêmico em mulheres, apresentando como objetivos específicos: discutir a fisiopatologia do Lúpus Eritematoso Sistêmico, manifestações clínicas e diagnósticas; abordar os principais fatores que levam a maior incidência da doença em mulheres; evidenciar a terapia farmacológica envolvida no tratamento da doença, bem como seus efeitos adversos; discutir o papel do profissional farmacêutico no acompanhamento dos pacientes portadoras de Lúpus.
Quanto a sua metodologia foram mobilizadas pesquisas em fontes diversas, sendo sua estruturada elaborada após a realização da leitura e seleção do material que vão desde artigos, livros, trabalhos acadêmicos com abordagens e pesquisas similares relacionados à temática e aos objetivos que norteiam o estudo, os quais possibilitaram a organização das ideias essenciais para a resolução do problema.
Diante do exposto percebeu-se a importância do Farmacêutico no contexto do acompanhamento do tratamento dos pacientes portadores de LES no qual tem-se esse profissional como o mais indicado para atuar nas condutas farmacêuticas neste contexto.
Por outro lado, o presente estudo destaca uma patologia pouco abordada que carece de mais estudos, pesquisas e esforços para que se possa obter um tratamento eficaz diante dos quadros de LES, auxiliando, sobretudo na manutenção da saúde dos indivíduos.
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