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HIPERTENSÃO SECUNDÁRIA AO FEOCROMOCITOMA: UM RELATO DE CASO

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Apresentação de caso: Em situações assim, a pressão arterial de uma pessoa que sempre manteve sob controle pode elevar devido a condições como doenças crônicas, síndrome da apneia do sono, hiperparatireoidismo primário e feocromocitoma. A exposição a pressões elevadas causa aumento na rigidez das artérias do paciente. Os feocromocitomas são tumores das células cromafins da medula adrenal que sintetizam e liberam catecolaminas. J.C.A.V, mulher, 49 anos, parda, solteira, economista, procura o ambulatório de cardiologia para consulta de rotina e avaliação pré-operatória com a finalidade de procedimento de retirada de tumoração em glândula adrenal direita. A paciente mencionada relatou ter sido diagnosticada com hipertensão arterial sistêmica após suspeita de feocromocitoma, quando uma lesão expansiva de 4,2cm x 3,4cm foi identificada na adrenal esquerda por meio de uma tomografia computadorizada do abdome superior e pelve com contraste não iônico. Durante consulta no ambulatório de Cirurgia Geral, sua pressão arterial estava em 162x98mmHg, e foi prescrito Atenolol 100mg por via oral diariamente. Na avaliação cardiológica, a pressão arterial era de 138x99mmHg e FC= 69 bpm. Após Monitorização Residencial da Pressão Arterial com resultado normal, a paciente foi liberada para a cirurgia planejada.Dessa maneira, tal exame foi concluído como feocromocitoma de escore 2, por meio da tabela de PASS, tendo como provável, um comportamento benigno, tendo em vista seu valor menor que 4. Após os resultados, a paciente em consulta de retorno com seu cardiologista, foi confirmado o diagnóstico de hipertensão arterial secundária. Nesse sentido, um mês após a suspensão da medicação, foi feito um novo MRPA, o qual denotou indicou resultados normais. Considerações finais: No caso da hipertensão arterial relacionada ao feocromocitoma, ela é considerada secundária. Quando o problema é primário, ou seja, quando o feocromocitoma é removido, os níveis de pressão arterial tendem a diminuir, resultando na cura da hipertensão arterial. No relato em questão, a paciente exibe os sintomas clássicos de hipertensão arterial secundária. Após a remoção do tumor e a confirmação histopatológica de que se tratava de fato de um feocromocitoma, que foi classificado como neoplasia benigna conforme o PASS, a pressão arterial da paciente permaneceu estável em uma nova consulta cardiológica, o que possibilitou a suspensão do medicamento.
Title: HIPERTENSÃO SECUNDÁRIA AO FEOCROMOCITOMA: UM RELATO DE CASO
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Apresentação de caso: Em situações assim, a pressão arterial de uma pessoa que sempre manteve sob controle pode elevar devido a condições como doenças crônicas, síndrome da apneia do sono, hiperparatireoidismo primário e feocromocitoma.
A exposição a pressões elevadas causa aumento na rigidez das artérias do paciente.
Os feocromocitomas são tumores das células cromafins da medula adrenal que sintetizam e liberam catecolaminas.
J.
C.
A.
V, mulher, 49 anos, parda, solteira, economista, procura o ambulatório de cardiologia para consulta de rotina e avaliação pré-operatória com a finalidade de procedimento de retirada de tumoração em glândula adrenal direita.
A paciente mencionada relatou ter sido diagnosticada com hipertensão arterial sistêmica após suspeita de feocromocitoma, quando uma lesão expansiva de 4,2cm x 3,4cm foi identificada na adrenal esquerda por meio de uma tomografia computadorizada do abdome superior e pelve com contraste não iônico.
Durante consulta no ambulatório de Cirurgia Geral, sua pressão arterial estava em 162x98mmHg, e foi prescrito Atenolol 100mg por via oral diariamente.
Na avaliação cardiológica, a pressão arterial era de 138x99mmHg e FC= 69 bpm.
Após Monitorização Residencial da Pressão Arterial com resultado normal, a paciente foi liberada para a cirurgia planejada.
Dessa maneira, tal exame foi concluído como feocromocitoma de escore 2, por meio da tabela de PASS, tendo como provável, um comportamento benigno, tendo em vista seu valor menor que 4.
Após os resultados, a paciente em consulta de retorno com seu cardiologista, foi confirmado o diagnóstico de hipertensão arterial secundária.
Nesse sentido, um mês após a suspensão da medicação, foi feito um novo MRPA, o qual denotou indicou resultados normais.
Considerações finais: No caso da hipertensão arterial relacionada ao feocromocitoma, ela é considerada secundária.
Quando o problema é primário, ou seja, quando o feocromocitoma é removido, os níveis de pressão arterial tendem a diminuir, resultando na cura da hipertensão arterial.
No relato em questão, a paciente exibe os sintomas clássicos de hipertensão arterial secundária.
Após a remoção do tumor e a confirmação histopatológica de que se tratava de fato de um feocromocitoma, que foi classificado como neoplasia benigna conforme o PASS, a pressão arterial da paciente permaneceu estável em uma nova consulta cardiológica, o que possibilitou a suspensão do medicamento.

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