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Complicações da hipertensão arterial na gravidez e a importância da farmacoterapia

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Introdução: A gravidez é um estado natural, na qual conceber uma vida é a tentativa de não apagar sua própria existência. No entanto, há algumas mulheres que possuem a probabilidade de desencadear alterações fisiológicas neste período como a Hipertensão Arterial (HA). Existem quatro tipos de HA que causam complicações no período gestacional: a pré-eclâmpsia; a eclampsia; a hipertensão arterial gestacional; e a pré-eclâmpsia sobreposta à hipertensão crônica. Algumas dessas complicações podem levar ao deslocamento placentário, o óbito, e riscos para o feto como alterações do crescimento e nascimento de natimortos. Caso não se tenha uma resposta satisfatória ao controle da HA através de tratamento não farmacológico, existem alguns fármacos anti-hipertensivos utilizados para o tratamento em gestantes como a alfa-metildopa, hidralazina, labetalol e o nifedipino. Objetivo: Demonstrar através de revisão de literatura, as complicações da hipertensão arterial e a importância de sua farmacoterapia. Metodologia: Tratou-se de uma revisão bibliográfica através de buscas eletrônicas nos bancos de dados Scientific Electronic Library Online (Scielo), Ministério da Saúde, Google Scholar, utilizando as palavras-chave referentes ao assunto: “hipertensão arterial”, “gravidez”, “farmacoterapia”, “eclampsia”, “atenção farmacêutica” publicados entre 2013 a 2018. Resultados: Por ser uma doença crônica, não transmissível, de difícil adesão ao tratamento e com um alto grau de morbimortalidade, a hipertensão arterial é considerada um grave problema de saúde pública. Os fatores de riscos que podem estar relacionados na elevação da pressão arterial no período gestacional estão ligados a diversos fatores como, por exemplo, a situação socioeconômica, o histórico familiar e a idade avançada. Há uma predominância da HA no sexo feminino, possivelmente interligado a uma variedade de fatores como maior procura das mulheres nos serviços de saúde. No estado do Alagoas foram registrados 39 óbitos maternos decorrentes a hipertensão no período gestacional, registrados entre os anos de 2010 a 2015. É ainda, uma das complicações gestacionais que tem um alto índice de morte materna. Conclusão: A falta de uma conduta adequada para o tratamento da hipertensão arterial na gravidez pode aumentar o grau de complicações materno-fetal, desta forma é imprescindível que mulheres com gestação de alto risco, deem prioridade ao seu tratamento, seguindo rigorosamente o horário que se devem tomar cada medicamento, sob orientação médica, para que haja menos risco de mortalidade materno-fetal. Além do mais, é de suma importância o acompanhamento multiprofissional do profissional farmacêutico, haja vista, o farmacêutico possui a capacidade técnica de orientar sobre os riscos e benefícios dos fármacos utilizados para o tratamento.
Title: Complicações da hipertensão arterial na gravidez e a importância da farmacoterapia
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Introdução: A gravidez é um estado natural, na qual conceber uma vida é a tentativa de não apagar sua própria existência.
No entanto, há algumas mulheres que possuem a probabilidade de desencadear alterações fisiológicas neste período como a Hipertensão Arterial (HA).
Existem quatro tipos de HA que causam complicações no período gestacional: a pré-eclâmpsia; a eclampsia; a hipertensão arterial gestacional; e a pré-eclâmpsia sobreposta à hipertensão crônica.
Algumas dessas complicações podem levar ao deslocamento placentário, o óbito, e riscos para o feto como alterações do crescimento e nascimento de natimortos.
Caso não se tenha uma resposta satisfatória ao controle da HA através de tratamento não farmacológico, existem alguns fármacos anti-hipertensivos utilizados para o tratamento em gestantes como a alfa-metildopa, hidralazina, labetalol e o nifedipino.
Objetivo: Demonstrar através de revisão de literatura, as complicações da hipertensão arterial e a importância de sua farmacoterapia.
Metodologia: Tratou-se de uma revisão bibliográfica através de buscas eletrônicas nos bancos de dados Scientific Electronic Library Online (Scielo), Ministério da Saúde, Google Scholar, utilizando as palavras-chave referentes ao assunto: “hipertensão arterial”, “gravidez”, “farmacoterapia”, “eclampsia”, “atenção farmacêutica” publicados entre 2013 a 2018.
Resultados: Por ser uma doença crônica, não transmissível, de difícil adesão ao tratamento e com um alto grau de morbimortalidade, a hipertensão arterial é considerada um grave problema de saúde pública.
Os fatores de riscos que podem estar relacionados na elevação da pressão arterial no período gestacional estão ligados a diversos fatores como, por exemplo, a situação socioeconômica, o histórico familiar e a idade avançada.
Há uma predominância da HA no sexo feminino, possivelmente interligado a uma variedade de fatores como maior procura das mulheres nos serviços de saúde.
No estado do Alagoas foram registrados 39 óbitos maternos decorrentes a hipertensão no período gestacional, registrados entre os anos de 2010 a 2015.
É ainda, uma das complicações gestacionais que tem um alto índice de morte materna.
Conclusão: A falta de uma conduta adequada para o tratamento da hipertensão arterial na gravidez pode aumentar o grau de complicações materno-fetal, desta forma é imprescindível que mulheres com gestação de alto risco, deem prioridade ao seu tratamento, seguindo rigorosamente o horário que se devem tomar cada medicamento, sob orientação médica, para que haja menos risco de mortalidade materno-fetal.
Além do mais, é de suma importância o acompanhamento multiprofissional do profissional farmacêutico, haja vista, o farmacêutico possui a capacidade técnica de orientar sobre os riscos e benefícios dos fármacos utilizados para o tratamento.

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