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Segundo gênero de conhecimento: a tradução na América Latina
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Neste artigo estabelecemos aproximações entre a obra Ética, de Espinosa (século XVII), e a obra teórica de Amálio Pinheiro. Nosso principal objetivo é efetuar relações entre o segundo gênero de conhecimento proposto por Espinosa e os procedimentos de tradução barroquizantes e mestiços abordados por Amálio Pinheiro em seus textos. Essa estratégia de aproximação dialogante visa demonstrar que esse modo de conhecimento já se encontra em operação nos modos de viver e de se relacionar dos povos latino-americanos. Defendemos que é por meio da capacidade de ser multiplamente afetado e da seleção dos afetos de alegria, propostos por Espinosa, que se pode entrar em contato com maneiras de conhecer que terminam por operar nos signos uma modificação ativa. Temos por hipótese que o segundo gênero de conhecimento de que nos fala Espinosa já está presente nos modos de viver que se valem da tradução e da incorporação de diversos fazeres e sentires. Nosso método é constituído pela análise das obras dos autores acima citados, de modo a evidenciar situações em que o conhecimento das noções comuns (segundo gênero de conhecimento) e, para além do escopo deste artigo, das essências singulares (terceiro gênero), já se fazem perceber nos modos de conhecimento dos povos da América Latina.
Revista Cientifica Multidisciplinar Nucleo Do Conhecimento
Title: Segundo gênero de conhecimento: a tradução na América Latina
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Neste artigo estabelecemos aproximações entre a obra Ética, de Espinosa (século XVII), e a obra teórica de Amálio Pinheiro.
Nosso principal objetivo é efetuar relações entre o segundo gênero de conhecimento proposto por Espinosa e os procedimentos de tradução barroquizantes e mestiços abordados por Amálio Pinheiro em seus textos.
Essa estratégia de aproximação dialogante visa demonstrar que esse modo de conhecimento já se encontra em operação nos modos de viver e de se relacionar dos povos latino-americanos.
Defendemos que é por meio da capacidade de ser multiplamente afetado e da seleção dos afetos de alegria, propostos por Espinosa, que se pode entrar em contato com maneiras de conhecer que terminam por operar nos signos uma modificação ativa.
Temos por hipótese que o segundo gênero de conhecimento de que nos fala Espinosa já está presente nos modos de viver que se valem da tradução e da incorporação de diversos fazeres e sentires.
Nosso método é constituído pela análise das obras dos autores acima citados, de modo a evidenciar situações em que o conhecimento das noções comuns (segundo gênero de conhecimento) e, para além do escopo deste artigo, das essências singulares (terceiro gênero), já se fazem perceber nos modos de conhecimento dos povos da América Latina.
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