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A Tuberculose em São Paulo

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Os A. A. estudam a situação epidemiológica do Estado de São Paulo e, mais particularmente, da cidade de São Paulo, em relação à tuberculose. Apresentam as curvas dos coeficientes específicos de mortalidade relativos ao Estado de S. Paulo (1920-1935) e à cidade de S. Paulo (1920-1938). A curva representativa da mortalidade por tuberculose, na cidade de S. Paulo, mostra nítida tendência ascencional. Em 1938, o coeficiente específico de mortalidade na cidade de S. Paulo foi 137,24 por 100. 000 habitantes. Estudam, a seguir, a distribuição geográfica dos óbitos por tuberculose nos municípios do Estado de S. Paulo. Analisam o atual armamento antituberculoso paulista, que acham insuficiente. São discutidas as bases para a luta antituberculosa em S. Paulo. Insistem na formação de um organismo central de luta, destinado a coordenar e a orientar todos os trabalhos oficiais ou de iniciativa privada, consoante um plano previamente traçado. Apontam, como elementos básicos da luta, os Dispensários, os Hospitais-Sanatórios e pessoal técnico especializado (tisiologistas e educadoras sanitárias). São de opinião que os Dispensários antituberculosos devem funcionar nos Centros de Saúde existentes por todo o Estado. Segundo os A. A., a localização dos Hospitais-Sanatórios não deve obedecer às condições de clima, e sim aos seguintes principais critérios: população, índice de mortalidade pela tuberculose, meios de comunicação do lugar e sua importância como centro médico. Acreditam que a preservação da infância depende principalmente das medidas tomadas para o combate da tuberculose do adulto. Em relação ao B. C. G., acham que, em face da insuficiência da atual organização antituberculosa em S. Paulo, a sua aplicação será inútil, senão mesmo nociva. A opinião dos A. A. é que o tratamento ambulatório das crianças doentes deve ser feito nos Dispensários dos Centros de Saúde e a hospitalizaçãodas mesmas, quando necessária, deve ser num pavilhão anexo a um Hospital-Sanatório
Universidade de São Paulo. Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais
Title: A Tuberculose em São Paulo
Description:
Os A.
A.
estudam a situação epidemiológica do Estado de São Paulo e, mais particularmente, da cidade de São Paulo, em relação à tuberculose.
Apresentam as curvas dos coeficientes específicos de mortalidade relativos ao Estado de S.
Paulo (1920-1935) e à cidade de S.
Paulo (1920-1938).
A curva representativa da mortalidade por tuberculose, na cidade de S.
Paulo, mostra nítida tendência ascencional.
Em 1938, o coeficiente específico de mortalidade na cidade de S.
Paulo foi 137,24 por 100.
000 habitantes.
Estudam, a seguir, a distribuição geográfica dos óbitos por tuberculose nos municípios do Estado de S.
Paulo.
Analisam o atual armamento antituberculoso paulista, que acham insuficiente.
São discutidas as bases para a luta antituberculosa em S.
Paulo.
Insistem na formação de um organismo central de luta, destinado a coordenar e a orientar todos os trabalhos oficiais ou de iniciativa privada, consoante um plano previamente traçado.
Apontam, como elementos básicos da luta, os Dispensários, os Hospitais-Sanatórios e pessoal técnico especializado (tisiologistas e educadoras sanitárias).
São de opinião que os Dispensários antituberculosos devem funcionar nos Centros de Saúde existentes por todo o Estado.
Segundo os A.
A.
, a localização dos Hospitais-Sanatórios não deve obedecer às condições de clima, e sim aos seguintes principais critérios: população, índice de mortalidade pela tuberculose, meios de comunicação do lugar e sua importância como centro médico.
Acreditam que a preservação da infância depende principalmente das medidas tomadas para o combate da tuberculose do adulto.
Em relação ao B.
C.
G.
, acham que, em face da insuficiência da atual organização antituberculosa em S.
Paulo, a sua aplicação será inútil, senão mesmo nociva.
A opinião dos A.
A.
é que o tratamento ambulatório das crianças doentes deve ser feito nos Dispensários dos Centros de Saúde e a hospitalizaçãodas mesmas, quando necessária, deve ser num pavilhão anexo a um Hospital-Sanatório.

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