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O progresso pro fim:

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Neste artigo, tenta-se descrever o aceleracionismo de Nick Land na forma de um tesão-pra-morte, para compará-lo e contrastá-lo com as fantasias sexuais de aceleração técnica contidas no romance Arco-Íris da Gravidade, de Thomas Pynchon (1973). Discordando da declaração de Benjamin Noys em Malign Velocities de que o romance pode ser lido em chave aceleracionista, o artigo tentará retraçar a matriz colonial e ecológica dos pontos cegos da visão aceleracionista de Land e botá-la em oposição à crítica sustentada de Pynchon ao imperialismo como forma de dominação histórica com dimensões econômicas, energéticas e sexuais. Pynchon demonstra em seu livro ”” uma sátira extensa das neurose masculinas de dominação técnica ”” que é possível diagramar a apetição sexual para além do circuito moderno da apetição para a morte.
Biblioteca Central da UNB
Title: O progresso pro fim:
Description:
Neste artigo, tenta-se descrever o aceleracionismo de Nick Land na forma de um tesão-pra-morte, para compará-lo e contrastá-lo com as fantasias sexuais de aceleração técnica contidas no romance Arco-Íris da Gravidade, de Thomas Pynchon (1973).
Discordando da declaração de Benjamin Noys em Malign Velocities de que o romance pode ser lido em chave aceleracionista, o artigo tentará retraçar a matriz colonial e ecológica dos pontos cegos da visão aceleracionista de Land e botá-la em oposição à crítica sustentada de Pynchon ao imperialismo como forma de dominação histórica com dimensões econômicas, energéticas e sexuais.
Pynchon demonstra em seu livro ”” uma sátira extensa das neurose masculinas de dominação técnica ”” que é possível diagramar a apetição sexual para além do circuito moderno da apetição para a morte.

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