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Avaliação longitudinal da vulnerabilidade clínico-funcional de pessoas idosas da comunidade
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Resumo
Objetivo: Comparar a vulnerabilidade clínico-funcional de pessoas idosas antes e durante a pandemia da COVID-19 e analisar os fatores associados às mudanças e manutenção da classificação. Métodos: Estudo longitudinal e quantitativo, com 109 pessoas idosas da comunidade, em Três Lagoas-MS. Foram coletados dados de caracterização e aplicado o Índice de Vulnerabilidade Clínico Funcional (IVCF-20) em 2018/2019 e reaplicado em 2021. Resultados: 10,1% dos participantes se tornaram não vulneráveis, 16,5% tornaram-se vulneráveis, 28,4% permaneceram não vulneráveis e 45,0% permaneceram vulneráveis. O tabagismo e dormir menos horas de sono por noite estiveram associados à tornar-se não vulnerável. As mulheres tiveram menor risco de se manterem não vulneráveis, e os que faziam uso de álcool e mais refeições por dia tiveram maior risco de manterem-se não vulneráveis. Houve associação entre manter-se vulnerável e isolamento social autorreferido. Conclusão: A maioria das pessoas idosas avaliadas manteve-se na mesma classificação do IVCF-20.
Descritores: Atenção Primária à Saúde; Enfermagem Geriátrica; Idoso; Vulnerabilidade em Saúde.
Universidade Federal do Triangulo Minero
Title: Avaliação longitudinal da vulnerabilidade clínico-funcional de pessoas idosas da comunidade
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Resumo
Objetivo: Comparar a vulnerabilidade clínico-funcional de pessoas idosas antes e durante a pandemia da COVID-19 e analisar os fatores associados às mudanças e manutenção da classificação.
Métodos: Estudo longitudinal e quantitativo, com 109 pessoas idosas da comunidade, em Três Lagoas-MS.
Foram coletados dados de caracterização e aplicado o Índice de Vulnerabilidade Clínico Funcional (IVCF-20) em 2018/2019 e reaplicado em 2021.
Resultados: 10,1% dos participantes se tornaram não vulneráveis, 16,5% tornaram-se vulneráveis, 28,4% permaneceram não vulneráveis e 45,0% permaneceram vulneráveis.
O tabagismo e dormir menos horas de sono por noite estiveram associados à tornar-se não vulnerável.
As mulheres tiveram menor risco de se manterem não vulneráveis, e os que faziam uso de álcool e mais refeições por dia tiveram maior risco de manterem-se não vulneráveis.
Houve associação entre manter-se vulnerável e isolamento social autorreferido.
Conclusão: A maioria das pessoas idosas avaliadas manteve-se na mesma classificação do IVCF-20.
Descritores: Atenção Primária à Saúde; Enfermagem Geriátrica; Idoso; Vulnerabilidade em Saúde.
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