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BEN JONSON NO BRASIL: OS PARATEXTOS DAS TRADUÇÕES BRASILEIRAS DE VOLPONE, OU A RAPOSA (1605/1606)

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Ben Jonson (1572-1637), dramaturgo e poeta inglês das eras elisabetana e jacobina e autor aclamado já a seu tempo, ainda conta com escassas traduções no Brasil, apesar de ter suas obras amplamente lidas, encenadas e traduzidas em diversas partes do mundo. Este artigo se propõe, então, a analisar os paratextos das únicas traduções publicadas para o português brasileiro de peças teatrais de Jonson a fim de pensar no porquê de o autor ter sido pouco traduzido ao longo da história editorial brasileira. Para isso, faremos uso do conceito de paratexto proposto por Gérard Genette (2009; 2010), além de discutir outras acepções do conceito e a razão pela qual decidimos utilizá-lo em nossa fundamentação teórica, levando em consideração também o contexto de produção dessas traduções. Os paratextos aqui analisados pertencem a traduções da peça Volpone, ou a Raposa (1605-06), sendo a primeira feita por Newton Belleza (1977) e a segunda por Ganymédes José (1987). Além disso, trabalharemos com uma resenha que comenta a tradução de Belleza, publicada na época em que ela foi produzida.
Title: BEN JONSON NO BRASIL: OS PARATEXTOS DAS TRADUÇÕES BRASILEIRAS DE VOLPONE, OU A RAPOSA (1605/1606)
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Ben Jonson (1572-1637), dramaturgo e poeta inglês das eras elisabetana e jacobina e autor aclamado já a seu tempo, ainda conta com escassas traduções no Brasil, apesar de ter suas obras amplamente lidas, encenadas e traduzidas em diversas partes do mundo.
Este artigo se propõe, então, a analisar os paratextos das únicas traduções publicadas para o português brasileiro de peças teatrais de Jonson a fim de pensar no porquê de o autor ter sido pouco traduzido ao longo da história editorial brasileira.
Para isso, faremos uso do conceito de paratexto proposto por Gérard Genette (2009; 2010), além de discutir outras acepções do conceito e a razão pela qual decidimos utilizá-lo em nossa fundamentação teórica, levando em consideração também o contexto de produção dessas traduções.
Os paratextos aqui analisados pertencem a traduções da peça Volpone, ou a Raposa (1605-06), sendo a primeira feita por Newton Belleza (1977) e a segunda por Ganymédes José (1987).
Além disso, trabalharemos com uma resenha que comenta a tradução de Belleza, publicada na época em que ela foi produzida.

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