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DISCURSO E RELIGIÃO: MARCELO CRIVELLA NA MÍDIA BRASILEIRA

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Nesta dissertação, com base no dispositivo teórico-metodológico da Escola Francesa de Análise de Discurso, verificamos como a campanha de Marcelo Crivella foi discursivizada nas eleições do Rio de Janeiro em 2014 e em 2016. Para tanto, analisamos matérias jornalísticas (reportagens, notícias, artigos de opinião, etc.) publicadas nos sites dos seguintes jornais e revistas: Jornal O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Uol, G1, Carta Capital e Veja. O recorte temporal do referido material tem início no período das campanhas para as eleições de 2014, quando Crivella disputou o governo do Estado do Rio de Janeiro, e vai até a vitória do candidato nas eleições municipais de 2016. A hipótese do trabalho é a de que, para grande parte da mídia, o sujeito político Marcelo Crivella é apresentado como estando vinculado à Igreja Universal do Reino de Deus e, consequentemente, ao seu tio Edir Macedo, mesmo que tal relação tenha sido, em alguma medida, negada nas campanhas para o governo do Estado e para prefeitura do Município do Rio de Janeiro. Dessa forma, objetivamos analisar os discursos que circulam em grande parte da mídia e que retomam/reconfiguram a imagem de Marcelo Crivella como estando subjetivado tanto na posição-sujeito político quanto na posição-sujeito religioso, além de mostrarmos que a eleição do candidato é discursivizada no material selecionado para esta dissertação como uma vitória política da IURD, a qual é vista como uma instituição político-partidária.
Title: DISCURSO E RELIGIÃO: MARCELO CRIVELLA NA MÍDIA BRASILEIRA
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Nesta dissertação, com base no dispositivo teórico-metodológico da Escola Francesa de Análise de Discurso, verificamos como a campanha de Marcelo Crivella foi discursivizada nas eleições do Rio de Janeiro em 2014 e em 2016.
Para tanto, analisamos matérias jornalísticas (reportagens, notícias, artigos de opinião, etc.
) publicadas nos sites dos seguintes jornais e revistas: Jornal O Globo, Folha de S.
Paulo, Estadão, Uol, G1, Carta Capital e Veja.
O recorte temporal do referido material tem início no período das campanhas para as eleições de 2014, quando Crivella disputou o governo do Estado do Rio de Janeiro, e vai até a vitória do candidato nas eleições municipais de 2016.
A hipótese do trabalho é a de que, para grande parte da mídia, o sujeito político Marcelo Crivella é apresentado como estando vinculado à Igreja Universal do Reino de Deus e, consequentemente, ao seu tio Edir Macedo, mesmo que tal relação tenha sido, em alguma medida, negada nas campanhas para o governo do Estado e para prefeitura do Município do Rio de Janeiro.
Dessa forma, objetivamos analisar os discursos que circulam em grande parte da mídia e que retomam/reconfiguram a imagem de Marcelo Crivella como estando subjetivado tanto na posição-sujeito político quanto na posição-sujeito religioso, além de mostrarmos que a eleição do candidato é discursivizada no material selecionado para esta dissertação como uma vitória política da IURD, a qual é vista como uma instituição político-partidária.

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