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Alcoolização de miomas uterinos: uma nova estratégia terapêutica
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O estudo avaliou a segurança, eficácia e resultados da técnica de alcoolização para tratamento da miomatose uterina. Analisou-se uma série de 20 pacientes (idade variando entre 20 e 40 anos) submetidas a alcoolização para tratamento de miomatose uterina sintomática. O procedimento foi realizado sob anestesia geral, guiado por ultra-sonografia transvaginal. Realizou-se seguimento clínico e ultra-sonográfico (ultra-sonografia transvaginal e doppler colorido) com um e seis meses depois do tratamento. Analisaram-se os parâmetros: frequência de sintomas, mapa vascular (doppler) e tamanho da tumoração. Utilizaram-se os testes do qui-quadrado e Mann-Whitney. Significância p<0,05. Não ocorreram complicações depois do procedimento. Observou-se alívio significativo da dismenorréia com um e seis meses e a frequência de dor pélvica e hipermenorragia reduziu-se significativamente com seis meses. Encontrou-se ainda uma significativa redução do tamanho tumoral, de 89,3cm³ (volume inicial) para 73,5cm³ e 69,9cm³ (um e seis meses, respectivamente). A frequência de padrão de alto fluxo intra-tumroal foi de 80% antes e 15% e 20% um e seis meses depois do procedimento (p=0,0001). Conclui-se que estes resultados preliminares indicam que a alcoolização guiada por ultra-sonografia pode constituir uma opção terapêutica efetiva para o tratamento conservador de pacientes com miomas uterinos. O grau de satisfação das pacientes foi elevado e o procedimento pode vir a se tornar uma opção aceita para o tratamento da miomatose uterina.
FapUNIFESP (SciELO)
Title: Alcoolização de miomas uterinos: uma nova estratégia terapêutica
Description:
O estudo avaliou a segurança, eficácia e resultados da técnica de alcoolização para tratamento da miomatose uterina.
Analisou-se uma série de 20 pacientes (idade variando entre 20 e 40 anos) submetidas a alcoolização para tratamento de miomatose uterina sintomática.
O procedimento foi realizado sob anestesia geral, guiado por ultra-sonografia transvaginal.
Realizou-se seguimento clínico e ultra-sonográfico (ultra-sonografia transvaginal e doppler colorido) com um e seis meses depois do tratamento.
Analisaram-se os parâmetros: frequência de sintomas, mapa vascular (doppler) e tamanho da tumoração.
Utilizaram-se os testes do qui-quadrado e Mann-Whitney.
Significância p<0,05.
Não ocorreram complicações depois do procedimento.
Observou-se alívio significativo da dismenorréia com um e seis meses e a frequência de dor pélvica e hipermenorragia reduziu-se significativamente com seis meses.
Encontrou-se ainda uma significativa redução do tamanho tumoral, de 89,3cm³ (volume inicial) para 73,5cm³ e 69,9cm³ (um e seis meses, respectivamente).
A frequência de padrão de alto fluxo intra-tumroal foi de 80% antes e 15% e 20% um e seis meses depois do procedimento (p=0,0001).
Conclui-se que estes resultados preliminares indicam que a alcoolização guiada por ultra-sonografia pode constituir uma opção terapêutica efetiva para o tratamento conservador de pacientes com miomas uterinos.
O grau de satisfação das pacientes foi elevado e o procedimento pode vir a se tornar uma opção aceita para o tratamento da miomatose uterina.
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